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O que a Liga dos Campeões nos ensinou sobre Liderança

As semifinais da Champions League 2019 entre Ajax versus Tottenham e Barcelona versus Liverpool foram uma verdadeira demonstração de liderança, estratégia, vontade de vencer, trabalho em equipe, disciplina e superação.

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Lidando com a perda e a frustração de forma inteligente

Reconhecer as nossas emoções básicas e aprender a lidar de maneira inteligente com cada uma delas, evitando as emoções negativas é um grande desafio, e, acredite, isso em algum momento irá salvar a sua vida. Então, compreenda que todos temos emoções básicas, que nos acompanham desde a concepção, outras são socialmente aprendidas e outras descobertas através das nossas experiências cotidianas.

As emoções básicas que nascem com a gente desde a fecundação, são: A alegria, a tristeza, a raiva, o medo e o afeto, normalmente, pergunto em algumas palestras: “Qual delas é a melhor de experimentar“, e normalmente a resposta vem carregada de convicção por 99,9% dos presentes de norte a sul do Brasil: “- A alegria!”. Pois é, é o que todos queremos, mas o que seria da nossa vida se tudo fosse só alegria? Você já parou para pensar nisso? Certamente as pessoas não se importariam tanto com as outras, seriam muito mais egoístas, egocêntricas e segregarias. Perceba que uma pessoa “muito alegre”, pode, em algum momento, passar do ponto e tornar-se inconveniente com risos e piadas fora de hora, eu mesmo não escapo, algumas das minhas piores apresentações, eu estava tomado de súbita alegria. Portanto, ela é boa sim, mas devemos dosar e compreender a importância das demais.

Uma segunda pergunta que eu normalmente faço: “Dessas, quais são as piores emoções para se sentir?” E novamente, lá vem as respostas repletas de convicção: A raiva e a tristeza!

Pois bem, vamos analisar a função de cada uma delas: Você consegue imaginar um atleta olímpico ou um time de futebol entrando em campo sem um pouquinho sequer de raiva? Provavelmente vai aceitar as investidas do oponente, se acomodar e ganhar ou perder passa a ser uma mera consequência do acaso, certo? Portanto, a energia da raiva, quando adequadamente canalizada pode construir prodígios, por que o leva a se superar e construir coisas incríveis para si e para os demais, pois ela se converte em gana, força de vontade, foco, raça, disposição de vencer.  

A tristeza, ninguém gosta de sentir, mas é ela a emoção que mais lhe  aproxima da nobre condição de Ser Humano, pois a frustração o obriga a aprender a lidar com a perda e com o sofrimento de forma equilibrada e o torna mais sensível em relação a humanidade dando um sentido maior a vida, pois só quem passa por dificuldades, não importa quais sejam, físicas, materiais, financeiras ou emocionais, o tornam mais atento aos demais podendo contribuir para um mundo melhor, com mais respeito, tolerância e aceitação incondicional.

Pessoas que nunca experimentaram sentimentos de perda ou frustração não conseguem lidar com isso de forma madura e acabam agindo impulsivamente podendo comprometer toda a sua vida e a de outras pessoas. Ah, então você está duvidando? Certo, veja aí nos noticiários dos últimos dias quantos casos de feminicídio têm ocorrido e suas causas: Quase todos porque o “cara” não aceitava o fim do relacionamento! Isso é maturidade?

Se ele tivesse “curtido” mais uma fossa na infância, aprendesse a lidar melhor com as perdas, aí entra um pouco da responsabilidade dos pais que, para não ver o pimpolho tristinho, dá tudo o que ele quer e não apenas o que ele precisa, então fica aqui o meu apelo: Senhores pais, pelo amor de Deus, permitam que seus filhos experimentem sentimentos de perda e frustração pelo bem da humanidade! Entendam que frustração não mata, a falta dela sim! Ela é boa, saudável e, inclusive recomendável, segundo grandes educadores como: Vygotsky, Jean Piaget e Paulo Freire. Se tristeza fosse realmente ruim, não haveria tantos poetas, escritores, compositores criando obras belíssimas que tanto apreciamos hoje em dia e, ganhando milhões com direitos autorais.  

Aprenda a explorar os sentimentos de tristeza e raiva para obter melhores resultados e ser muito mais realizado e feliz. Participe do nosso workshop de Inteligência Emocional no dia 29/06/2019 (sábado), das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

Caixa de texto: Nelson Vieira, é Presidente e Master Coach Trainer da Cia. Brasileira de Coaching Certified Advanced Master Coach Sênior pela Graduate School of Master Coaches (EUA/UK/Austrália)
www.cibracoaching.com.br

Gostou do tema? Tem alguma dúvida ou quer  que eu escreva sobre algum assunto em especial? Envie sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para nelsonvieira@cibracoaching.com.br  você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

A importância da inteligência emocional no trabalho

“Eu estava prestes a ser promovida, agora estou correndo o risco de ser demitida, tudo por causa  de um assédio moral que sofri no ambiente de trabalho, registrei o caso no RH da Empresa, na visão do meu diretor, eu deveria ter jogo de cintura, mas eu sinto que não tenho inteligência emocional suficiente para lidar com situações adversas, muito menos quando são deveras abusivas, mas sei que preciso ter sangue frio e aprender a lidar com essas situações pelo meu bem, dos meus filhos e da minha família, cansei de perder para mim mesma”.

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Empregabilidade ou trabalhabilidade? Não importa, saiba como se manter no mercado

Empregabilidade e trabalhabilidade têm a mesma essência, é a capacidade do indivíduo se manter produtivo num mercado altamente competitivo. Enquanto a primeira trata do indivíduo em se manter formalmente empregável, a segunda expressão diz respeito à capacidade de produzir o seu próprio sustento sem necessariamente precisar de um emprego.

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Parabéns?! Por ser mulher já é merecido, por ser você, é redobrado!

Hoje, deliberadamente, vou dar uma pausa nos assuntos comportamentais, corporativos e de carreira e pedir licença a você leitor para me dirigir especialmente a elas, pois não há nada mais exótico e complexo do que a alma feminina: forte e delicada, autêntica e intrigante, intuitiva e racional, corajosa e frágil, resiliente e focada, gentil e firme, independente e dócil.

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Saiba como lidar com cada experiência ruim que lhe acontece

Há alguns anos atrás, na cidade do Rio de janeiro, em pleno sábado a noite, estava eu finalizando mais um dia de formação em coaching com toda a turma. Formamos um círculo no centro da sala e fizemos uma corrente onde cada qual define o que significou aquele dia para si, por que foi importante? O que leva de aprendizado? Enfim, é o que nós chamamos de fechamento.

Nesse dia havíamos trabalhado a questão da família, amor, respeito e filhos. Ao final, depois que todos se manifestaram, pairou um instante de silêncio, de emoção e de paz, rompido com uma participante levantando o indicador e pedindo a palavra: “Por favor, eu não posso sair do jeito que estou, eu preciso falar”, e assim, com todos os olhares dirigidos a ela, finalmente desabafou:

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Experiência Vitoriosa

Essa é a história de um Garoto, que muito cedo passou por desafios intensos como a perda de seu pai aos cinco anos e do avô, seu grande amigo aos 10 anos de idade, e assim como ele, todos nós temos grandes desafios e histórias para contar.

Essa ocorreu em uma cidade do interior de São Paulo, nos anos de 1980 a 1982, época do filme ET, onde em um momento no filme, o próprio Extra Terrestre, corria pela rua, e decolava com um menino em uma bicicleta. As corridas de Bicicross, BMX, eram uma “febre”.

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Não seja refém: desenvolva a autorresponsabilidade e tenha resultados incríveis

Concordo que responsabilizar outras pessoas pelo nosso fracasso é muito mais confortável e menos “sofrível”, mas assumir a responsabilidade pelos próprios atos e pelos resultados que dele vêm, é libertador e gratificante. Repare que enquanto isso não ocorre, todas as vezes que deixamos de fazer algo ou ficamos empatados pelo comportamento de outra pessoa, perdemos muito tempo lamentando, reclamando e muitas vezes acusando e ouvindo justificativas, muitas das quais injustificáveis, me arriscaria a dizer: a esmagadora maioria dos motivos não tem uma real explicação! Esse é um tempo precioso que poderíamos alocar para fazer algo no sentido de mudar a atual situação, como essas a seguir:

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