Cada vez mais as empresas estão descobrindo que é necessário despertar o melhor dos seus funcionários, estimulando sua espiritualidade e investindo na sua felicidade. A ideia, em grande parte das empresas ainda é rejeitada, porque há o entendimento de que está diretamente ligada a práticas religiosas, podendo ocasionar influências negativas e gerar conflitos internos, além da queda de produtividade.

É importante se entender as diferenças entre religiosidade e espiritualidade: enquanto a religiosidade refere-se à nossa escolha, à aproximação com o Deus que cada um escolheu na nossa formação e crença, a espiritualidade é nossa conduta no caminho do bem e da prosperidade.

Estudos mostram que as empresas que não estão alinhadas aos seus valores não colhem resultados expressivos. “A organização que quiser sobreviver terá que promover radicais transformações em si que não se referem à estrutura, mas sim, aos valores, essencialmente, do coração e da alma”, diz Judith Neal, Ph.D. da Universidade de New Haven/EUA.

Sabemos que o nervosismo, o medo, o estresse e a depressão sempre fizeram parte do cotidiano dos profissionais e das empresas. E é neste momento que a espiritualidade surge como fator de equilíbrio e processo de transformação íntimo das emoções, da maneira de ser, de pensar e de agir.

A natureza e o significado do trabalho estão passando por profunda evolução e a emergência da espiritualidade está ajudando a catalisar este momento. Quando poderíamos imaginar que empresas e profissionais em geral pudessem buscar ajuda na espiritualidade? Especialistas e consultores mais evoluídos já concordam há algum tempo pela inclusão da espiritualidade no desenvolvimento pleno do quadro funcional das empresas. 

Na prática, a espiritualidade assume um papel diferenciado: promover o bem-estar no ambiente de trabalho e a realização pessoal, além de contribuir na retenção dos talentos da empresa. 

Não é antigo e nem fora de moda falar de espiritualidade. Pelo contrário, é uma questão de urgência, pois somente os aspectos técnicos e comportamentais são insuficientes para a empresa contar com profissionais competentes, capazes de inovar e desenvolver seu trabalho com mais felicidade e produtividade.

Reflita sobre isso!

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