Categoria: Tecnologia (page 1 of 2)

A humanização no diálogo dos agentes digitais

Provavelmente você já conversou com um robô, seja ele um sistema de computador com reconhecimento de voz ou mesmo por texto.
Através da alta tecnologia eles conseguem conversar, coletar e analisar dados com uma precisão e velocidade praticamente inimaginável para os padrões humanos, um aumento considerável na produtividade, que elimina o trabalho repetitivo, direcionando a equipe humana apenas trabalhos mais intelectuais que demandam de maior raciocínio e sensibilidade.

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Conexão entre pessoas e marcas: qual a importância?

Como seres emocionais, é biológica a necessidade que o ser humano sente em estar em constante evolução e a ser movido pela busca de experiências que liberem dopamina ou, melhor dizendo, experiências que ofereçam prazer. 

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Ciência e comunicação, 50 anos após a Apollo 11

No dia 20 de julho de 1969 os astronautas Neil Armstrong e Edwin ‘Buzz’ Aldrin alunissaram o módulo Eagle e Armstrong tornou-se o primeiro humano a pisar na superfície lunar. A façanha foi transmitida pela TV, ao vivo, para todo o planeta. Com as famosas palavras “Um pequeno passo para um homem, mas um gigantesco salto para a humanidade”, a Apollo 11 encerrava a corrida espacial e realizava o objetivo traçado pelo presidente John F. Kennedy, em 1961, de levar o ser humano à Lua, antes de a década acabar, e retorná-lo em segurança para a Terra.

De lá para cá 50 anos decorreram, e, apesar das notícias quase diárias sobre novas conquistas na ciência, ainda sobrevivem muitas teorias da conspiração, em pleno século XXI, alegando que o pouso da Apollo 11 não passou de encenação feita em algum estúdio hollywoodiano. Mas, o que pode ter dado errado para que, ainda hoje, exista esse abismo entre as conquistas científicas e o senso comum? Em que estamos errando ao divulgar os avanços da ciência a toda a população?

Parece haver consenso quanto ao fato de que o mau emprego da expressão original Scientific Journalism tem gerado, em nossa língua, inúmeros equívocos e confusões. Consenso também há quanto ao fato de que o Jornalismo Científico deve apropriar-se das características do Jornalismo: atualidade, universalidade, periodicidade e difusão.

O jornalista científico deve ser, antes de tudo, jornalista na mais ampla acepção da palavra. Há de ser profissional completo, aberto a seu tempo, familiarizado com os problemas do mundo em que vive, dotado de curiosidade universal e ter pleno domínio das técnicas de seu ofício.

Eis alguns conselhos para os que atuam com divulgação científica, sejam cientistas ou jornalistas, lembrando dos ensinamentos de Osvaldo Frota-Pessoa no artigo José Reis, o divulgador da ciência:

– Coragem para dispensar a precisão e apelar para analogias, generalizações e aproximações, e coragem para parecer, por isso, ignorante;

– Ser simples, direto e nobre (como Homero), pois sem a nobreza cai-se na caricatura da ciência, no sensacionalismo;

– Pensar maduramente no tema e no propósito da publicação, deixando o estudo sedimentar antes de escrever;

– Abdicar do jargão científico, escrevendo de forma enxuta, sem rebuscamentos nem modismos;

– Explicar a ciência e desmascarar a pseudociência, a partir dos fatos do dia;

– Tratar as novidades, mas também o que é maravilhosamente banal (como o desabrochar das flores).

É inegável que não existe notícia melhor e mais importante do que uma descoberta científica ou um avanço tecnológico. A conexão da ciência com o nosso cotidiano oferece a possibilidade concreta da percepção dos avanços, afinal, foi a partir da aventura lunar de Armstrong, Aldrin e Collins que utilidades como frigideira de teflon, lentes de contato, termômetro digital, códigos de barra, GPS, velcro, micro-ondas e tantos outros se tornaram realidade. Mas, quantas pessoas sabem disso? Certamente um número menor do que as que acreditam que a ida à Lua foi uma produção de Hollywood.

Bom mesmo seria termos muitos profissionais como José Reis, médico, pesquisador e ícone na construção da comunicação científica em nosso país. Para ele, somente a divulgação da ciência poderia implicar na criação de uma mentalidade de suporte a ela, legitimando-a e aumentando o grau de percepção de seu sentido utilitário.

Cinquenta anos decorreram desde que a Apollo 11 alunissou. Contudo, um dos grandes desafios da divulgação científica continua sendo popularizar a ciência e aproximá-la da sociedade. Devemos seduzir o público não por meio de discursos que imprimam, no imaginário coletivo, a crença em um mundo mágico e sobrenatural por meio da ciência, mas sim em seu papel transformador para a melhoria de nosso dia a dia. Como outrora observou o escritor e cientista Carl Sagan, “a mágica requer cooperação tácita entre o público e o mágico”. Segundo Sagan, é exatamente isso que se tem de evitar para o leigo entender e apoiar os esforços da investigação e pesquisa. 

*Sobre o Professor Sergio Bialski: Graduação, Pós-Graduação e Mestrado em Comunicação pela USP. Possui mais de 20 anos de experiência no mundo corporativo, atuando como Gerente de Comunicação em empresas multinacionais. Palestrante e Professor universitário há 10 anos, nos cursos de Publicidade, Relações Públicas e Jornalismo. Co-autor de 5 livros e ganhador do Prêmio “Professor Imprensa 2018”, na categoria Professor Universitário, como “o mais inspirador professor de Comunicação da Região Sudeste do Brasil”, em votação pública. Para obter mais informações, acesse: www.sergiobialski.com.br

Você possui as coisas ou elas te possuem?

Precisamos perceber a diferença em ter coisas para si ou permitir que coisas nos tenham.

Quando adquirimos algo, tomamos posse do que foi adquirido, guardamos onde queremos, atribuímos-lhe um nome, temos a decisão de emprestar o bem adquirido ou não. Quem é dono de algo pode até mesmo escolher em dar sua propriedade a alguém. Ou seja, quem possui algo tem a total liberdade de manipulação da sua posse, usando-a como e quando quiser. O dono é um ser autônomo e livre.

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O quarto secreto!

 

Talvez você já tenha ouvido falar ou até mesmo tenha um local em sua residência no qual guarda aqueles objetos que não pretende utilizar mais com tanta frequência e que ao mesmo tempo não quer se desfazer deles.

Aquele local no qual guardamos os materiais que sobram da obra da residência, para caso um dia precise ser utilizado novamente numa reforma futura. Onde guardamos também aqueles objetos que temos um apreço sentimental e queremos guardar em um local seguro para não ficarem expostos a possíveis acidentes ou que guardamos pelo fato de não mais combinar com a decoração da casa no momento, mas que o valor sentimental permanece impedindo que seja doado ou descartado.  Chamarei este lugar carinhosamente de “o quarto secreto”.

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(Indi)Gestão do Tempo

Atualmente se tornou cada vez mais necessário falar sobre gestão do tempo. Existem empresas e profissionais especializados em ajudar pessoas na organização de suas agendas, no estabelecimento de prioridades e no aumento de produtividade… Enfim, virou moda falar sobre esse tema. Eu mesmo estou sempre lendo e escrevendo alguma coisa sobre esse nosso bem mais precioso… O TEMPO!

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Desafie-se

 

Comece a gerenciar sua comunicação e desperte seu poder interior.

Para começar a palavra é DESAFIE-SE!

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Mobile: do empirismo aos dados

Os smartphones estão nas mãos das pessoas seja enquanto caminham pelas ruas, no local de trabalho, em casa e até mesmo no carro ao dirigir. Sempre conectados. Este olhar empírico já revela o quanto os dispositivos móveis se tornaram parte das nossas vidas. Para aqueles que trabalham no segmento de publicidade mobile não há dúvida sobre o quanto esta relação quase íntima com os aparelhos celulares representa em oportunidade para a comunicação das marcas. Ainda que os profissionais de marketing tenham a mesma percepção, alguns questionamentos persistem. Quão efetiva é a publicidade mobile? Como é o seu desempenho em comparação a outras mídias? Quais são as evidências de que investir em mobile gera retorno financeiro?

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Dicas para uso do WhatsApp em sua empresa

Segundo o G1 da Globo, o WhatsApp alcançou mais de 1 bilhão de usuários em 02/2016. “Quase uma em cada sete pessoas na Terra”, comenta Zuckerberg, criador do Facebook e dono do Whatspp, sobre a quantidade de pessoas que utilizam o app. “Poucos serviços conectam mais de um bilhão de pessoas”.

O WhatsApp é um aplicativo eficiente para comunicação entre familiares, amigos e tem tido boa aceitação nas empresas. O atendimento via WhatsApp pode ser muito útil para as escolas e lojas de instrumentos em dois momentos, para servir como apoio na decisão da compra/matrícula e pós venda.

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O desafio da inovação/renovação

O desenvolvimento da sociedade da tecnologia e da informação está colocando desafios não previstos anos atrás para a educação . Somos confrontados com novidades tecnológicas o tempo todo e a novas gerações terão que conviver com elas.

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