Categoria: Comunicação (page 1 of 6)

Fanático ou uma vida com propósito?

O mundo de hoje está em um frenesi total, muitos andam sem saber o seu real sentido de direção, constantemente nos deparamos com notícias de assassinatos e suicídio por se perder o valor da vida humana e a autovalorização. Ter um propósito na vida é extremamente essencial para encontra dentro de si razão para viver. Nós não nascemos somente para trabalhar e pagar contas, fomos formados para um propósito maior, que talvez nem o conheçamos, esse propósito se dá deste o ventre materno e nos persegue por toda uma vida. Alguns encontram seu propósito, outros vivem a vida toda somente para encontra-lo nos seus últimos dias de existência e há aqueles que nunca entenderão o porquê estiveram neste mundo. Os que entendem seu propósito persegue de forma determinada e constante, se esforçam ao máximo, entendem que haverá obstáculos e pessoas em seu caminho que irão apoiar e outras vão o desestimular, talvez porque não estejam olhando através de sua ótica. Outros dirão que você é fanático.

A etiologia da palavra “Fanático” veio do Latim FANATICUS, “louco, entusiasta, inspirado por algum deus”, originalmente “relativo a um templo”, FANUM. O fanático, parece que também tem um objetivo a ser seguido, são insistentes e persistentes, mas são insanos. Insano também do latim “insanus”, louco, demente, torturadores, extravagante, excessivo, que não está no domínio de suas faculdades mentais, ou seja, um transtorno que acometem aqueles que não ouvem, são imutáveis em seus objetivos, pode até agredir de forma física ou verbal outros.

A filosofia coloca o fanatismo dividido em três grandes classes: Política, Esporte e Religião. Se você parar e pensar verá que para cada uma dessas classes você terá um modelo do “ser fanático”. Porém, a palavra Propósito está ligada a um objetivo respeitando o limite de cada indivíduo para atingir sua meta. Há uma linha muito tênue entre “ser fanático” e “ter uma vida com propósito”, porque ambas as formas existem um objetivo a ser alcançado. Então como diferenciar esses dois tipos de pessoas? Penso e acredito que seja necessário olhar as ações ao redor das pessoas das seguintes formas:

1.º Poder do ouvir

Ouvir é uma arte que deve ser praticada por todos, há provérbios que diz: “ ouve, e torna-te sábio e dirige teu coração pelo caminho” “existe mais sabedoria no ouvir do que no mundo de falácia”, outro provérbio diz: “a língua pode ser uma espada mortal”. Ouvir atentamente o outro abrindo o coração e a mente pode fazer a diferença entre uma pessoa de vida com propósito e o fanático.

2.º Liberdade de auto expressão

A liberdade de auto expressão deve ser praticada e notada pelos que estão ao redor do indivíduo, mas se a auto expressão levar a danos físicos, mentais e morais, fugindo da ética da vida, está auto expressão esta prejudicada e compromete a linha entre propósito e fanatismo.

3.º Discernimento

O discernir entre o certo e o errado vai depender da sociedade onde o indivíduo está inserido, seus valores éticos e morais. Importante entender esta inserção, pois, é dali que surge o ponto de partida para o mundo entre o ser humano e a sociedade.

Finalizo aqui pensando, será que vivemos defendendo uma causa fanática e trazendo danos as pessoas? Ou nós vivemos uma vida com propósito para impactar positivamente a própria vida e os que estão ao redor? Ouça e tenha liberdade de auto expressão com discernimento, você decide em ser um fanático ou ter uma vida com propósito.

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Ciência e comunicação, 50 anos após a Apollo 11

No dia 20 de julho de 1969 os astronautas Neil Armstrong e Edwin ‘Buzz’ Aldrin alunissaram o módulo Eagle e Armstrong tornou-se o primeiro humano a pisar na superfície lunar. A façanha foi transmitida pela TV, ao vivo, para todo o planeta. Com as famosas palavras “Um pequeno passo para um homem, mas um gigantesco salto para a humanidade”, a Apollo 11 encerrava a corrida espacial e realizava o objetivo traçado pelo presidente John F. Kennedy, em 1961, de levar o ser humano à Lua, antes de a década acabar, e retorná-lo em segurança para a Terra.

De lá para cá 50 anos decorreram, e, apesar das notícias quase diárias sobre novas conquistas na ciência, ainda sobrevivem muitas teorias da conspiração, em pleno século XXI, alegando que o pouso da Apollo 11 não passou de encenação feita em algum estúdio hollywoodiano. Mas, o que pode ter dado errado para que, ainda hoje, exista esse abismo entre as conquistas científicas e o senso comum? Em que estamos errando ao divulgar os avanços da ciência a toda a população?

Parece haver consenso quanto ao fato de que o mau emprego da expressão original Scientific Journalism tem gerado, em nossa língua, inúmeros equívocos e confusões. Consenso também há quanto ao fato de que o Jornalismo Científico deve apropriar-se das características do Jornalismo: atualidade, universalidade, periodicidade e difusão.

O jornalista científico deve ser, antes de tudo, jornalista na mais ampla acepção da palavra. Há de ser profissional completo, aberto a seu tempo, familiarizado com os problemas do mundo em que vive, dotado de curiosidade universal e ter pleno domínio das técnicas de seu ofício.

Eis alguns conselhos para os que atuam com divulgação científica, sejam cientistas ou jornalistas, lembrando dos ensinamentos de Osvaldo Frota-Pessoa no artigo José Reis, o divulgador da ciência:

– Coragem para dispensar a precisão e apelar para analogias, generalizações e aproximações, e coragem para parecer, por isso, ignorante;

– Ser simples, direto e nobre (como Homero), pois sem a nobreza cai-se na caricatura da ciência, no sensacionalismo;

– Pensar maduramente no tema e no propósito da publicação, deixando o estudo sedimentar antes de escrever;

– Abdicar do jargão científico, escrevendo de forma enxuta, sem rebuscamentos nem modismos;

– Explicar a ciência e desmascarar a pseudociência, a partir dos fatos do dia;

– Tratar as novidades, mas também o que é maravilhosamente banal (como o desabrochar das flores).

É inegável que não existe notícia melhor e mais importante do que uma descoberta científica ou um avanço tecnológico. A conexão da ciência com o nosso cotidiano oferece a possibilidade concreta da percepção dos avanços, afinal, foi a partir da aventura lunar de Armstrong, Aldrin e Collins que utilidades como frigideira de teflon, lentes de contato, termômetro digital, códigos de barra, GPS, velcro, micro-ondas e tantos outros se tornaram realidade. Mas, quantas pessoas sabem disso? Certamente um número menor do que as que acreditam que a ida à Lua foi uma produção de Hollywood.

Bom mesmo seria termos muitos profissionais como José Reis, médico, pesquisador e ícone na construção da comunicação científica em nosso país. Para ele, somente a divulgação da ciência poderia implicar na criação de uma mentalidade de suporte a ela, legitimando-a e aumentando o grau de percepção de seu sentido utilitário.

Cinquenta anos decorreram desde que a Apollo 11 alunissou. Contudo, um dos grandes desafios da divulgação científica continua sendo popularizar a ciência e aproximá-la da sociedade. Devemos seduzir o público não por meio de discursos que imprimam, no imaginário coletivo, a crença em um mundo mágico e sobrenatural por meio da ciência, mas sim em seu papel transformador para a melhoria de nosso dia a dia. Como outrora observou o escritor e cientista Carl Sagan, “a mágica requer cooperação tácita entre o público e o mágico”. Segundo Sagan, é exatamente isso que se tem de evitar para o leigo entender e apoiar os esforços da investigação e pesquisa. 

*Sobre o Professor Sergio Bialski: Graduação, Pós-Graduação e Mestrado em Comunicação pela USP. Possui mais de 20 anos de experiência no mundo corporativo, atuando como Gerente de Comunicação em empresas multinacionais. Palestrante e Professor universitário há 10 anos, nos cursos de Publicidade, Relações Públicas e Jornalismo. Co-autor de 5 livros e ganhador do Prêmio “Professor Imprensa 2018”, na categoria Professor Universitário, como “o mais inspirador professor de Comunicação da Região Sudeste do Brasil”, em votação pública. Para obter mais informações, acesse: www.sergiobialski.com.br

Seja empático

Em termos simples empatia é a habilidade de colocar-se no lugar do outro. Você é sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas? A empatia pode sim ser aprendida, ou pelo menos, treinada, no entanto é necessário passar pelo exercício do autoconhecimento para, aí sim, compreender a emoção do outro, a partir do momento que você for capaz de entender o que se passa na sua própria cabeça será capaz de perceber emoções e sentimentos de outras pessoas. Mas, por que nos colocar no lugar do outro? Porque somos humanos e nos reconhecer no próximo é a maneira de termos uma boa convivência social que nos possibilita entender mais ainda as emoções e necessidades de cada um, fato que se torna indispensável quando se vive em comunidade. Ser empático interfere diretamente em nosso sucesso profissional e pessoal, porém ser uma pessoa empática torna-se um grande desafio tendo em vista que somos imperfeitos e temos uma grande probabilidade em cometer erros e pensar apenas em nós mesmos. Isso deve-se à forma como fomos educados e por influência de outras pessoas que não se importam com os sentimentos e dificuldades de seus semelhantes. Ter empatia é entender que as pessoas são diferentes, sofrem e reagem de modo diferenciado umas das outras, mas que precisam ser ouvidas, compreendidas e acalentadas, afinal a atitude mais nobre de um empático é a capacidade de sentir uma dor que talvez jamais irá vivenciar. Tentar entender os sentimentos e as necessidades dos outros mesmo vivendo em um mundo tão egoísta e conturbado nos torna menos individualistas e, com isso, ganhamos motivação para fazer o bem e cultivar valores indispensáveis em todos os aspectos da vida. Você concorda com o meu ponto de vista?

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