Precisamos perceber a diferença em ter coisas para si ou permitir que coisas nos tenham.

Quando adquirimos algo, tomamos posse do que foi adquirido, guardamos onde queremos, atribuímos-lhe um nome, temos a decisão de emprestar o bem adquirido ou não. Quem é dono de algo pode até mesmo escolher em dar sua propriedade a alguém. Ou seja, quem possui algo tem a total liberdade de manipulação da sua posse, usando-a como e quando quiser. O dono é um ser autônomo e livre.

Já as pessoas que se deixam ser possuídas pelas coisas são escravas delas. Por muitas vezes não são lembradas pelos seus nomes, pela sua essência e pela sua magnitude; mas sim, pelos nomes das coisas, das marcas/ empresas que representam. Vivem à mercê dos seus donos, são usados quando estas – as coisas – querem, no tempo intempestivo delas.

Quem é possuído não é dono de si, não é livre, não dispõe de autonomia, é um zumbi do mundo contemporâneo. O possuído não se conhece, desconsidera a sua essência e terceiriza as rédeas da sua própria vida.

Não há problemas em adquirirmos coisas, o problema se instala quando deixamos que as coisas nos possuam.

Então, como está o seu viver? Você se considera um ser livre ou prisioneiro de si mesmo?

As portas da liberdade estão no autodescobrimento, na introspecção e na transformação do seu ser!!

Tome POSSE do seu EXISTIR, seja PLENO, seja LIVRE, seja FELIZ!

Wall Rocha

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