Independentemente da religião, chegou o tempo de Natal e é muito difícil não ser impactado pelo forte apelo às compras, típico do período. Se você está pensando em ficar com as finanças no azul no novo ano, o primeiro passo para esse objetivo ser alcançado é não terminar 2016 com tantas dívidas.

Se você já se perdeu com as compras até aqui, dia 23 de dezembro, sugiro que não saia mais para ir em shoppings e lojas, pois é exatamente na última hora que ficamos mais vulneráveis ao impulso natalino.

E está proibida também a pesquisa de preços pela internet. O e-commerce oferece muitas facilidades, como fretes grátis e pagamento parcelado em cartão de crédito. Muita tentação para quem está focado em economizar!

Sejamos sinceros, se ainda faltou algum presente, é porque realmente não era sua prioridade ou porque está mais do que na hora de você reorganizar sua agenda e afazeres a fim de que faça as coisas no momento ideal. De qualquer forma, chega de comprar, pelo menos em 2016!

Resolvida essa primeira questão, vamos ao que realmente interessa nos últimos dias de um ano. Compartilhar. Talvez seja esse o verbo que melhor defina o Natal e aquele “espírito” que nos contagia, sentados à mesa com pessoas queridas, partilhando a refeição, o sorriso, o abraço e a palavra. Um tempo para esquecermos as dificuldades e relembrarmos os bons momentos.

Se você ficar tentado a ‘compartilhar’ apenas nas mídias sociais, deixe também o celular de castigo. Olhe no olho. Partilhe o que aprendeu em 2016. É certo que este foi um ano de muitos desafios, para toda a população, cada um a seu modo. Minha sugestão não é para que se lamente, mas para que veja o quanto amadureceu e criou novos caminhos para se reinventar.

É disso que é feito o Natal, de recomeço, de nova oportunidade. É como o fechamento de um ciclo e início de um novo, disponível para o nosso melhor proveito.

É isso que te desejo, caro, leitor, que aproveite esse tempo favorável para amar mais e gastar menos!

Feliz Natal!

Sobre Pedro Braggio – Há 20 anos, atende famílias e empresas ajudando-os a cuidar das finanças por meio de palestras, cursos, encontros individuais e grupos de apoio financeiro. É graduado em Ciências Contábeis e especialista em Finanças. Desde criança, Pedro enfrentou dificuldades financeiras na família e assumiu o controle do orçamento doméstico aos nove anos. O talento natural o impulsionou a auxiliar mais pessoas no equilíbrio da saúde financeira.

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Dinheiro é bom e eu gosto