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Lidando com a perda e a frustração de forma inteligente

Reconhecer as nossas emoções básicas e aprender a lidar de maneira inteligente com cada uma delas, evitando as emoções negativas é um grande desafio, e, acredite, isso em algum momento irá salvar a sua vida. Então, compreenda que todos temos emoções básicas, que nos acompanham desde a concepção, outras são socialmente aprendidas e outras descobertas através das nossas experiências cotidianas.

As emoções básicas que nascem com a gente desde a fecundação, são: A alegria, a tristeza, a raiva, o medo e o afeto, normalmente, pergunto em algumas palestras: “Qual delas é a melhor de experimentar“, e normalmente a resposta vem carregada de convicção por 99,9% dos presentes de norte a sul do Brasil: “- A alegria!”. Pois é, é o que todos queremos, mas o que seria da nossa vida se tudo fosse só alegria? Você já parou para pensar nisso? Certamente as pessoas não se importariam tanto com as outras, seriam muito mais egoístas, egocêntricas e segregarias. Perceba que uma pessoa “muito alegre”, pode, em algum momento, passar do ponto e tornar-se inconveniente com risos e piadas fora de hora, eu mesmo não escapo, algumas das minhas piores apresentações, eu estava tomado de súbita alegria. Portanto, ela é boa sim, mas devemos dosar e compreender a importância das demais.

Uma segunda pergunta que eu normalmente faço: “Dessas, quais são as piores emoções para se sentir?” E novamente, lá vem as respostas repletas de convicção: A raiva e a tristeza!

Pois bem, vamos analisar a função de cada uma delas: Você consegue imaginar um atleta olímpico ou um time de futebol entrando em campo sem um pouquinho sequer de raiva? Provavelmente vai aceitar as investidas do oponente, se acomodar e ganhar ou perder passa a ser uma mera consequência do acaso, certo? Portanto, a energia da raiva, quando adequadamente canalizada pode construir prodígios, por que o leva a se superar e construir coisas incríveis para si e para os demais, pois ela se converte em gana, força de vontade, foco, raça, disposição de vencer.  

A tristeza, ninguém gosta de sentir, mas é ela a emoção que mais lhe  aproxima da nobre condição de Ser Humano, pois a frustração o obriga a aprender a lidar com a perda e com o sofrimento de forma equilibrada e o torna mais sensível em relação a humanidade dando um sentido maior a vida, pois só quem passa por dificuldades, não importa quais sejam, físicas, materiais, financeiras ou emocionais, o tornam mais atento aos demais podendo contribuir para um mundo melhor, com mais respeito, tolerância e aceitação incondicional.

Pessoas que nunca experimentaram sentimentos de perda ou frustração não conseguem lidar com isso de forma madura e acabam agindo impulsivamente podendo comprometer toda a sua vida e a de outras pessoas. Ah, então você está duvidando? Certo, veja aí nos noticiários dos últimos dias quantos casos de feminicídio têm ocorrido e suas causas: Quase todos porque o “cara” não aceitava o fim do relacionamento! Isso é maturidade?

Se ele tivesse “curtido” mais uma fossa na infância, aprendesse a lidar melhor com as perdas, aí entra um pouco da responsabilidade dos pais que, para não ver o pimpolho tristinho, dá tudo o que ele quer e não apenas o que ele precisa, então fica aqui o meu apelo: Senhores pais, pelo amor de Deus, permitam que seus filhos experimentem sentimentos de perda e frustração pelo bem da humanidade! Entendam que frustração não mata, a falta dela sim! Ela é boa, saudável e, inclusive recomendável, segundo grandes educadores como: Vygotsky, Jean Piaget e Paulo Freire. Se tristeza fosse realmente ruim, não haveria tantos poetas, escritores, compositores criando obras belíssimas que tanto apreciamos hoje em dia e, ganhando milhões com direitos autorais.  

Aprenda a explorar os sentimentos de tristeza e raiva para obter melhores resultados e ser muito mais realizado e feliz. Participe do nosso workshop de Inteligência Emocional no dia 29/06/2019 (sábado), das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

Caixa de texto: Nelson Vieira, é Presidente e Master Coach Trainer da Cia. Brasileira de Coaching Certified Advanced Master Coach Sênior pela Graduate School of Master Coaches (EUA/UK/Austrália)
www.cibracoaching.com.br

Gostou do tema? Tem alguma dúvida ou quer  que eu escreva sobre algum assunto em especial? Envie sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para nelsonvieira@cibracoaching.com.br  você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

5 Razões para aprender a gerenciar as próprias emoções

Muita gente ainda não compreendeu o real sentido pelo qual deveriam, no mínimo, entender as próprias emoções para poder gerenciá-las de maneira apropriada a cada circunstância. Não falo nem em se tornar um “Buda”, ou ter “sangue de barata” em determinadas situações, mas pelo menos agir de forma mais consciente, adequada e madura é o mínimo para blindar a sua integridade física, emocional, além da sua carreira e, óbvio, proteger tudo aquilo o que você mais ama: A sua família!

Portanto, compartilho com você alguns motivos pelos quais todo mundo deveria fazer um encontro de inteligência emocional:

  1. Autoconhecimento: Sei que já me referi a esse aspecto em vários artigos que escrevi anteriormente, mas nunca é demais lembrar que, você se torna “Senhor(a)” das suas emoções à medida em que você se conhece, pois somente dessa maneira tem maior propriedade para lidar de forma mais racional e, claro, inteligente, com suas reações a determinados estímulos do ambiente.
  2. Gerenciamento das emoções: De um modo geral, me arrisco a dizer que todos querem obter melhores resultados em todos os aspectos da vida, atualmente, vejo muitos jovens dessa chamada geração “Nutella”, perdendo o controle e cometendo verdadeiras atrocidades simplesmente porque não aprenderam a lidar adequadamente com suas frustrações, com isso têm grandes dificuldades em assumirem as responsabilidades pelo que ocorre em consequência de suas atitudes (ou pela falta delas). Desse modo, se vê jovens profissionais desajustados apresentando comportamento profissional negligente ou mesmo, violento (Como se tem visto ultimamente em muitas escolas) e querendo, a todo custo, obter melhores resultados na vida pessoal e profissional, depois não entende o porquê das coisas parecerem funcionar bem para todo mundo menos para si.
  3. Aprender a lidar com as incertezas, com o medo e com a insegurança é um outro aspecto importante quando se aprende a lidar com os sentimentos de forma mais sensata, uma vez que encarar a incerteza é como entrar em um ambiente desconhecido, totalmente no escuro, no qual as pessoas vão tateando, em passos curtos e, como não poderia deixar de ser, com uma enorme descarga de adrenalina, elevando os batimentos cardíacos à quinta potência, por não saber o que poderá encontrar a qualquer instante. Essa é uma defesa do organismo que assegura a nossa sobrevivência em situações de perigo iminente. Nunca é demais lembrar que, adrenalina em pequenas doses é saudável e até desejável, o risco é quando passa a ser constante gerando um nível de stress dando a sensação de estar carregando uma ogiva prestes a explodir colocando em risco as nossas relações profissionais, sociais e familiares.
  4. Reconhecer o seu conjunto de crenças que foram sendo desenvolvidas ao longo de toda a sua existência. Essas crenças podem ser limitantes ou potencializadoras dependendo da forma e como lida com elas nos diferentes cenários aos quais estamos expostos. O fato é que, quando as reconhecemos, temos maior possibilidade de mantê-las sob controle focando em nossas potencialidades e minimizando as crenças limitantes, do tipo: eu não posso, eu não consigo, eu não sou capaz.
  5. Compreender e lidar melhor com a ansiedade, que como se sabe, não tem cura, portanto, dependendo do nível de gravidade, aprendemos a lidar com ela de maneira apropriada estabelecendo maior autocontrole e agindo de forma mais eficaz elevando o seu nível de autoconfiança.

Você quer se dar bem no trabalho? Deseja ser promovido, ganhar o respeito e a confiança das pessoas? Blindar a sua família? Garantir maior estabilidade profissional e financeira? Então esse workshop é para você.  A Cia Brasileira de Coaching está com um novo workshop de Inteligência Emocional no dia 29/06/2019 (sábado), das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

Caixa de texto: Nelson Vieira, é Presidente e Master Coach Trainer da Cia. Brasileira de Coaching Certified Advanced Master Coach Sênior pela Graduate School of Master Coaches (EUA/UK/Austrália)
www.cibracoaching.com.br

Gostou do tema? Tem alguma dúvida ou quer  que eu escreva sobre algum assunto em especial? Envie sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para nelsonvieira@cibracoaching.com.br  você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Emoções sabotadoras: reconheça e previna antes que seja tarde demais

Você sabia que muitas vezes perdemos uma “batalha” para as nossas próprias emoções que moldam o nosso comportamento? Pois é, isso acontece porque não fomos educados para saber lidar com elas de maneira equilibrada. Desse modo, quando algo não acontece como gostaríamos, muitas vezes manifestamos atitudes infantis e imaturas diante dos acontecimentos e, infelizmente, só nos damos conta alguns (muitos) anos depois, quando já não é mais possível voltar no tempo para desfazer a “burrada”.

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A importância da inteligência emocional no trabalho

“Eu estava prestes a ser promovida, agora estou correndo o risco de ser demitida, tudo por causa  de um assédio moral que sofri no ambiente de trabalho, registrei o caso no RH da Empresa, na visão do meu diretor, eu deveria ter jogo de cintura, mas eu sinto que não tenho inteligência emocional suficiente para lidar com situações adversas, muito menos quando são deveras abusivas, mas sei que preciso ter sangue frio e aprender a lidar com essas situações pelo meu bem, dos meus filhos e da minha família, cansei de perder para mim mesma”.

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6 dicas incríveis para ter um natal inesquecível todo dia

Nossa, já é natal de novo, o tempo voa e quando percebemos lá se foi mais um ano. Quando nos damos conta, parece que está tudo diferente na cidade, no bairro, no condomínio, em casa.

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Saiba como lidar com cada experiência ruim que lhe acontece

Há alguns anos atrás, na cidade do Rio de janeiro, em pleno sábado a noite, estava eu finalizando mais um dia de formação em coaching com toda a turma. Formamos um círculo no centro da sala e fizemos uma corrente onde cada qual define o que significou aquele dia para si, por que foi importante? O que leva de aprendizado? Enfim, é o que nós chamamos de fechamento.

Nesse dia havíamos trabalhado a questão da família, amor, respeito e filhos. Ao final, depois que todos se manifestaram, pairou um instante de silêncio, de emoção e de paz, rompido com uma participante levantando o indicador e pedindo a palavra: “Por favor, eu não posso sair do jeito que estou, eu preciso falar”, e assim, com todos os olhares dirigidos a ela, finalmente desabafou:

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O quarto secreto!

 

Talvez você já tenha ouvido falar ou até mesmo tenha um local em sua residência no qual guarda aqueles objetos que não pretende utilizar mais com tanta frequência e que ao mesmo tempo não quer se desfazer deles.

Aquele local no qual guardamos os materiais que sobram da obra da residência, para caso um dia precise ser utilizado novamente numa reforma futura. Onde guardamos também aqueles objetos que temos um apreço sentimental e queremos guardar em um local seguro para não ficarem expostos a possíveis acidentes ou que guardamos pelo fato de não mais combinar com a decoração da casa no momento, mas que o valor sentimental permanece impedindo que seja doado ou descartado.  Chamarei este lugar carinhosamente de “o quarto secreto”.

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