Muitas pessoas parametrizam seus desejos e anseios com base na vida do outro. No meu último post eu disse que a régua do sucesso é individual, afinal, a definição de sucesso é subjetiva e, portanto, cabe somente ao indivíduo saber se atingiu o seu sucesso.

Seguindo essa mesma linha de raciocínio, caso você não se perceba estar primando sua vida no que faz sentido para o outro, faça o teste palco/bastidor.

Isto é: as pessoas mostram somente seu palco, são poucas e para poucos que o bastidor é exposto. Mesmo nas autobiografias, nem todo o árduo caminho (percalços e vitórias) é exposto.

Focar no que deu certo para o outro, para fazer as escolhas baseando-se no palco e não no bastidor, pode ser o primeiro passo para uma vida profissional frustrada. E pode ser tarde demais quando perceber (ou despertar) que esse nunca foi seu sonho e desejo.

O caminho profissional sempre deve ser baseado em seu desejo mais íntimo, naquilo que você tem inclinação para ser e fazer, inobstante todas as intempéries da vida, já que vale mais morrer tentando ser e fazer o que se ama, do que dedicar-se a um mister sem nenhum propósito pessoal.

Infelizmente, hoje nos deparamos com muitos profissionais rasos, que fazem o que fazem apenas por fazerem, muitas vezes por “estabilidade financeira”, a qual sabemos ser transitória e não ser o fator principal de satisfação profissional.

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