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Dons e talentos

22 E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles granjeei outros dois talentos.

23 Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
Mateus 25.22,23

Você sabia que existe diferença entre dons e talentos?

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Mentoria

Você Deve ter a capacidade de notar quando começamos a ter padrão de pensamentos negativos e, isto acontece muitas das vezes sem perceber; ficar remoendo erros, coisas do passado, fracassos, perdas, decepções, amores antigos, podem ser que estas perdas foram um grande livramento em tua vida.

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Aqui está um rapaz com cinco pães de cevada e dois peixinhos, mas o que é isto para tanta gente? João 6.9

Tem momentos na nossa vida que pensamos que não temos nada para oferecer a outros. Mas o que parece ser pouco, nas mãos de Deus será mais do que suficiente! Você obreiro, tem muito para oferecer; mas, você sabe o que é ser obreiro? Obreiro = Aquele que serve; tem a finalidade de servir no reino de Deus. Então use aquilo que você tem! E Deus multiplicará e atenderá a muitas pessoas. Deus te abençoe. Audionor.

Um novo ciclo na sua vida?

Certamente diferentes fases já se passaram na sua vida. E o que ficou de toda essa trajetória? Acertos e erros, vitórias e fracassos, alegrias e decepções, muito aprendizado. O importante é que você chegou até aqui.

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Foco triplo: caminho para desenvolver a liderança


O foco triplo, idealizado por Daniel Goleman, considerado o pai da inteligência emocional, pode ser assumido como um caminho para o desenvolvimento dos líderes.

Segundo Goleman, a tarefa básica da liderança é conduzir a atenção dos seus liderados. E, para fazer isso, os líderes precisam concentrar sua própria atenção em três focos: interno, no outro e externo.

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PENSE BOLD

Se você ainda não leu nada de José Salibi Neto e Sandro Magaldi, convido você a consultar suas obras. Entre as obras que escreveram eu li duas que são: Gestão do Amanhã e O Novo Código da Cultura.

Em Gestão do Amanhã ele trabalha no capítulo 5 sobre o perfil do líder na 4ª Revolução Industrial.

Sempre que se pensa em liderança temos algumas listas padrão sobre que qualidades o líder deve possuir.

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Ciência e comunicação, 50 anos após a Apollo 11

No dia 20 de julho de 1969 os astronautas Neil Armstrong e Edwin ‘Buzz’ Aldrin alunissaram o módulo Eagle e Armstrong tornou-se o primeiro humano a pisar na superfície lunar. A façanha foi transmitida pela TV, ao vivo, para todo o planeta. Com as famosas palavras “Um pequeno passo para um homem, mas um gigantesco salto para a humanidade”, a Apollo 11 encerrava a corrida espacial e realizava o objetivo traçado pelo presidente John F. Kennedy, em 1961, de levar o ser humano à Lua, antes de a década acabar, e retorná-lo em segurança para a Terra.

De lá para cá 50 anos decorreram, e, apesar das notícias quase diárias sobre novas conquistas na ciência, ainda sobrevivem muitas teorias da conspiração, em pleno século XXI, alegando que o pouso da Apollo 11 não passou de encenação feita em algum estúdio hollywoodiano. Mas, o que pode ter dado errado para que, ainda hoje, exista esse abismo entre as conquistas científicas e o senso comum? Em que estamos errando ao divulgar os avanços da ciência a toda a população?

Parece haver consenso quanto ao fato de que o mau emprego da expressão original Scientific Journalism tem gerado, em nossa língua, inúmeros equívocos e confusões. Consenso também há quanto ao fato de que o Jornalismo Científico deve apropriar-se das características do Jornalismo: atualidade, universalidade, periodicidade e difusão.

O jornalista científico deve ser, antes de tudo, jornalista na mais ampla acepção da palavra. Há de ser profissional completo, aberto a seu tempo, familiarizado com os problemas do mundo em que vive, dotado de curiosidade universal e ter pleno domínio das técnicas de seu ofício.

Eis alguns conselhos para os que atuam com divulgação científica, sejam cientistas ou jornalistas, lembrando dos ensinamentos de Osvaldo Frota-Pessoa no artigo José Reis, o divulgador da ciência:

– Coragem para dispensar a precisão e apelar para analogias, generalizações e aproximações, e coragem para parecer, por isso, ignorante;

– Ser simples, direto e nobre (como Homero), pois sem a nobreza cai-se na caricatura da ciência, no sensacionalismo;

– Pensar maduramente no tema e no propósito da publicação, deixando o estudo sedimentar antes de escrever;

– Abdicar do jargão científico, escrevendo de forma enxuta, sem rebuscamentos nem modismos;

– Explicar a ciência e desmascarar a pseudociência, a partir dos fatos do dia;

– Tratar as novidades, mas também o que é maravilhosamente banal (como o desabrochar das flores).

É inegável que não existe notícia melhor e mais importante do que uma descoberta científica ou um avanço tecnológico. A conexão da ciência com o nosso cotidiano oferece a possibilidade concreta da percepção dos avanços, afinal, foi a partir da aventura lunar de Armstrong, Aldrin e Collins que utilidades como frigideira de teflon, lentes de contato, termômetro digital, códigos de barra, GPS, velcro, micro-ondas e tantos outros se tornaram realidade. Mas, quantas pessoas sabem disso? Certamente um número menor do que as que acreditam que a ida à Lua foi uma produção de Hollywood.

Bom mesmo seria termos muitos profissionais como José Reis, médico, pesquisador e ícone na construção da comunicação científica em nosso país. Para ele, somente a divulgação da ciência poderia implicar na criação de uma mentalidade de suporte a ela, legitimando-a e aumentando o grau de percepção de seu sentido utilitário.

Cinquenta anos decorreram desde que a Apollo 11 alunissou. Contudo, um dos grandes desafios da divulgação científica continua sendo popularizar a ciência e aproximá-la da sociedade. Devemos seduzir o público não por meio de discursos que imprimam, no imaginário coletivo, a crença em um mundo mágico e sobrenatural por meio da ciência, mas sim em seu papel transformador para a melhoria de nosso dia a dia. Como outrora observou o escritor e cientista Carl Sagan, “a mágica requer cooperação tácita entre o público e o mágico”. Segundo Sagan, é exatamente isso que se tem de evitar para o leigo entender e apoiar os esforços da investigação e pesquisa. 

*Sobre o Professor Sergio Bialski: Graduação, Pós-Graduação e Mestrado em Comunicação pela USP. Possui mais de 20 anos de experiência no mundo corporativo, atuando como Gerente de Comunicação em empresas multinacionais. Palestrante e Professor universitário há 10 anos, nos cursos de Publicidade, Relações Públicas e Jornalismo. Co-autor de 5 livros e ganhador do Prêmio “Professor Imprensa 2018”, na categoria Professor Universitário, como “o mais inspirador professor de Comunicação da Região Sudeste do Brasil”, em votação pública. Para obter mais informações, acesse: www.sergiobialski.com.br

Melhore a comunicação antes que ela coloque tudo a perder

É, parece que não, mas a comunicação exerce uma grande influência no comportamento das pessoas que impactam diretamente na performance individual. Parece simples, mas trata-se de um aspecto que requer um grande cuidado, pois dependendo da maneira como é recebida, pode elevar ou baixar a moral da equipe afetando significativamente os seus resultados.

Há alguns anos era muito comum ouvir um gerente usar uma linguagem e um mesmo tom de voz para todo mundo e esperar que o impacto dessa comunicação fosse um só para cada pessoa da equipe e ainda concluía dizendo: “…porque eu sou assim, quem quiser ficar que se adapte, do contrário a porta da rua é a serventia da casa”. Ou ainda: “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, confesso que ainda cheguei a ouvir isso no início da minha carreira.

Tratar a equipe dessa forma, sem considerar o indivíduo, é como acreditar num comportamento-padrão, como se todos ali tivessem saído de uma linha de produção e hoje está mais do que claro que cada pessoa é única, indivisível e, portanto, reage diferente em relação aos diversos estímulos aos quais são impelidas. Daí a importância de prestar atenção não apenas nas palavras, mas nos gestos, tom de voz, expressão facial, postura e atitudes. Tudo conta!

Isso significa que algumas pessoas reagem muito bem à pressão e a palavras mais duras, outros, porém, podem se desestabilizar emocionalmente e ao invés de responderem adequadamente, podem até sabotar o projeto, comprometendo assim, os resultados. Desse modo, para todos os efeitos, comunique sempre com o foco no positivo, jamais no negativo, isso não quer dizer, que necessariamente você esteja disposto e feliz o tempo inteiro, mas é possível considerar aspectos a serem melhorados usando uma linguagem motivadora.

Por exemplo: ao invés de dizer “- nossa, esse setor está uma bagunça”, pode afirmar que a galera trabalha tanto que merece um lugar melhor. O que pode ser feito para ter um ambiente mais organizado?

Do mesmo modo, substitua a expressão “- deixe de ser preguiçoso” por “- eu confio em você para fazer isso até às 17h”. Evite afirmar “- Tá complicado”, mas pelo contrário, utilize: “Você pode! Já fez coisas mais difíceis antes”.

Troque o “Eu já te expliquei isso várias vezes” por “Deixa eu pensar em uma maneira melhor de te orientar sobre esse assunto”. Da mesma forma que algumas outras palavras e expressões devem ser evitadas, como:

* A palavra “não”, pois o cérebro não a reconhece como uma experiência podendo interpretar o contrário, desse modo, diga o que quer e não o que não quer.

*Substitua a conjunção adversativa “mas” pela uma conjunção aditiva “e”, já que tem a ideia de soma, adição, logo, é positiva, ao passo que o “mas”, diminui, elimina, subtrai tudo o que foi dito anteriormente podendo levar o indivíduo a distorcer todo o sentido da sua comunicação.

*Evite usar a palavra “tentar”, pois ela pressupõe a falta de empenho e dedicação para realizar algo. Não tente, FAÇA!

*Troque a palavra “se”, por “quando”, a primeira pressupõe uma condição necessária para fazer algo: “se eu conseguir …”, já a segunda nos remete a concretização, restando saber a data “quando eu conseguir …”, ou seja, a pessoa está trabalhando hoje para colher o resultado em um espaço de tempo.

* Exercite o cérebro para focar na certeza e não na dúvida, ou seja, ao invés de afirmar: “eu espero que…”, declare: “eu sei que vou aprender”, “eu consigo!”.

Quer melhorar a sua comunicação para extrair o melhor rendimento da sua equipe? Então venha com a gente desenvolver essas e outras habilidades de comunicação para aprimorar a gestão e mobilizar sua equipe para o alcance de metas. A Cia Brasileira de Coaching está com uma nova turma para o workshop de Liderança e autogestão a ser realizado no período de 27 a 28/08/2019, das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

Caixa de texto: Nelson Vieira, é Presidente e Master Coach Trainer da Cia. Brasileira de Coaching Certified Advanced Master Coach Sênior pela Graduate School of Master Coaches (EUA/UK/Austrália)
www.cibracoaching.com.br

Gostou do tema? Tem alguma dúvida ou quer  que eu escreva sobre algum assunto em especial? Envie sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para nelsonvieira@cibracoaching.com.br  você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Você tem visão de futuro?

Creio que todos nós paramos em algum momento para refletir sobre nossas jornadas. Sobre decisões que foram tomadas ao longo da vida e o porque muitas deram certo e outras não. O que aconteceu? Que fatores externos cooperaram para isso? Onde eu errei?

É lógico que muitos fatores externos compreendem como sendo parte do conjunto e, às vezes, modificam o caminho a ser percorrido. Portanto, a reflexão que quero fazer é: o que você fez para evitar as influências dos fatores externos na sua vida?

Acontece o imprevisto, ou melhor, há uma situação que não foi compreendida há tempo. Muitas vezes, cedemos à vontade de crer que existem fatores externos que fogem do nosso domínio. É mais fácil acreditar nisso como uma verdade do que entender que nossas ações diante as circunstâncias fazem toda a diferença.

A ação é um modo organizado e coeso de refletir, experimentar e principalmente de reagirmos em relação aos eventos ocorridos em nosso caminhar.

Existe uma série de ferramentas para nos ajudar na tomada de decisão, como por exemplo, as utilizadas pelo coach. Esse é um profissional que pode te amparar muito, pois ele vai te apoiar focando em um processo bem estruturado que guia as pessoas a alcançarem metas na vida pessoal e profissional.

O primeiro passo no caminho é ter visão de futuro, é saber onde desejamos ir.

Quando nossa visão é curta e refletimos exclusivamente no hoje, estamos inconscientemente “apertando o piloto automático” e deixando que as coisas sigam seu próprio rumo. Deixamos de comandar as nossas próprias vidas.

Visão de futuro são imagens mentais que nos guiam para agir e tornar nossos sonhos realidade e, é ela que nos dá direção, criando sentido à vida.
Quando somos imediatistas damos demasiada importância ao que está mais próximo no tempo, que vive literalmente o “carpe diem“, é, de certa forma, sermos insensatos, pois acabamos sofrendo de uma “miopia temporal”. Percebemos que o futuro chega e cobra seu preço pelo passado e sem planejamento prévio.

Por outro lado, existem aquelas pessoas que adiam tanto seu agora que vivem um enorme vazio, e desperdiçam as oportunidades com o excesso de atenção pelo amanhã. Desprezam toda e qualquer ação hoje e desenham em exagero o amanhã.

Quer um exemplo disso? Quando falamos que iniciaremos um novo projeto na próxima semana estamos inconscientemente nos privando de nossa visão de futuro – precisamos dispor de mais tempo, porque um projeto novo exige maior dedicação. Uma vez poupada à decisão de obter visão de futuro e de iniciar o novo projeto hoje, resolvemos então desfrutar de um prazer breve e imediato – exemplo: sair para um café com as amigas ou visitar um parente, fazendo com que a sensação de bem-estar – liberdade, faça uma poupança, ou seja, armazenamos os “juros” na forma de liberdade – ganhando mais tempo. Estamos adiantando o prazer imediato para pagarmos os juros lá na frente representados pelo excesso de trabalho.

Já quando nos privamos das horas livres e decidimos iniciar o novo projeto hoje, sem postergar nossa decisão e sendo fiéis a nossa visão de futuro – ser bem sucedido, realizado, reconhecido; percebemos que teremos um futuro proveitoso, garantido e em menor tempo. Privamo-nos no presente para colher o prazer – sucesso lá na frente.

Sendo assim, devemos pesar o prazer hoje ou o prazer no futuro? Essa decisão também depende da ação de cada pessoa.

Reflexão: 
Necessitamos buscar a satisfação imediata? 
Ter ou fazer hoje o que desejamos a qualquer preço?
Qual é o meu propósito? 
Onde quero chegar? 
Que herança quero deixar nesta vida? 

Sem abranger, aqui estamos nós igualmente sendo aventurados a tomar infinitas decisões todos os dias.

Acreditamos realmente que nós somos os únicos responsáveis pela realização do nosso futuro? Combatemos à vontade de inventar uma desculpa para nossos erros e fracassos? O que nos leva a tomar a decisão certa entre o agora ou o futuro? Eu digo que: sua visão de futuro, seu ideal é sua ação.

Agora é com você! Arregace as mangas e não deixe para amanhã, visualize o seu futuro e planeje sua vida com determinação. O que você quer e como pretende chegar lá. Seu futuro depende principalmente de você!

…………………

Sobre a autora:

Lane Lucena, psicanalista clínica, pós-graduada em comportamento organizacional e gestão de pessoas. Pós-graduanda em TEA – Transtorno do Espectro Autista. Especializações em psicopedagogia clínica e psicologia e saúde mental. Idealizadora do Viva Sua Essência e do Psiqueanalise.com. Pesquisadora da Escrita como recurso terapêutico e Facilitadora de Práticas de Atenção Plena. Criadora da Metodologia “Flor&Ser – florescendo a escrita expressiva” – um recurso que utiliza a escrita terapêutica.



Cuidado: Você pode estar assinando um atestado de incompetência e nem sabe

O diálogo abaixo travado entre um diretor e um gerente de departamento aconteceu há algum tempo, mas é incrível como o tempo passa, as relações mudam, novas gerações aparecem, mas o velho hábito continua bem presente nos dias atuais:

Diretor – G., por favor, oriente as pessoas do seu departamento a seguirem o fluxo de trabalho cumprindo os procedimentos e respeitando todos os itens do check list.

G. – Pow diretor, não tem como fazer isso, meu nível de operação é muito elevado. Já é demais conseguir que façam, apesar dos erros de operação, tudo acontece muito rápido, não dá tempo de ficar seguindo procedimento padrão.

O diretor então passa o mesmo comando para o gestor de outro departamento, que apesar do alto volume de informações, executa e, atende aos prazos especificados, bem como grande parte dos indicadores de performance, apresentando um bom índice de produtividade. Ao levar ao conhecimento do gerente G. os resultados do seu colega de empresa, o mesmo argumentava:

– Ah, no setor dele não tem tanta demanda como no meu;

– Lá o trabalho não é tão complexo quanto no meu;

– Ele tem mais pessoas pra executar a tarefa, eu estou com o meu quadro desfalcado, preciso contratar pelo menos mais umas três pessoas;

– Para ele é mais simples porque ele não faz nem um terço do que eu faço;

– Ele tem um aparato tecnológico melhor do que o meu.

Enfim, depois de ouvir toda a linha de argumentação do G., o diretor resolveu fazer um rodízio entre os mesmos por um período de tempo. Conclusão:

O departamento do G. passou a apresentar melhores resultados, respeitando os padrões, normas, check lists e atendendo a todos os indicadores ao passo que o outro ficou todo bagunçado, deixou de atender aos requisitos que antes atendia e a equipe se apresentava mais acomodada, desmotivada. O que houve? (sem comentários, não é mesmo?)

Pois bem, você se depara frequentemente com desculpas para justificar os maus resultados, seus ou de terceiros? É daquelas pessoas para as quais sempre está faltando algo para fazer o que precisa ser feito? Nenhum recurso é suficiente o bastante para atender a demanda que se apresenta?

Então abra o seu olho caro(a), o seu foco e atenção podem estar sendo desviados para outras questões e atividades menos importantes, e quando você pensa que com suas desculpas vai comover os seus superiores, o máximo que conseguirá é atrair a atenção dos mesmos para você (pessoa), não de forma positiva, claro! Raciocine: Como o outro consegue realizar no seu departamento e você não? E como se não bastasse, ainda vai bagunçar o que está funcionando bem no outro departamento? Parabéns, você acabou de assinar um atestado de incompetência!

Se você vive ou presencia alguma situação parecida com a do G., aceite uma dica: Procure programas de treinamento, um acompanhamento de coaching, uma mentoria, ou, pelo menos tenha a humildade para aprender o que você não sabe com o colega, entenda que é mais digno admitir que precisa se preparar melhor do que inventar mil desculpas para justificar o injustificável jogando todo o seu histórico (se é que realmente já teve um) no lixo.

Ah, e só para lembrar, entenda de uma vez por todas que empresa não é mãe e que sua carreira depende 100% de você, portanto, cabe somente a você cuidar bem dela procurando cursos para melhorar suas habilidades profissionais e desenvolvimento de liderança e autogestão (em todos os níveis da organização).  

Assuma o controle da sua carreira, vire o jogo, venha desenvolver habilidades comportamentais para aprimorar a gestão e mobilizar sua equipe para o alcance de metas. A Cia Brasileira de Coaching está com uma nova turma para o workshop de Liderança e autogestão a ser realizado no período de 27 a 28/08/2019, das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

Caixa de texto: Nelson Vieira, é Presidente e Master Coach Trainer da Cia. Brasileira de Coaching Certified Advanced Master Coach Sênior pela Graduate School of Master Coaches (EUA/UK/Austrália)
www.cibracoaching.com.br

Gostou do tema? Tem alguma dúvida ou quer  que eu escreva sobre algum assunto em especial? Envie sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para nelsonvieira@cibracoaching.com.br  você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

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