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Norte verdadeiro no modelo de gestão universitária

Entender nosso modelo próprio de gestão no processo de ensino e aprendizagem nos bancos universitário (bem como qualquer cenário de gestão que você esteja inserido) e como chegamos até esse modelo e para onde vamos é importante. Algumas vezes o gestor fica sem direção e pode até se perder sem saber que rumo seguir. Nesse momento é preciso parar e reavaliar o modelo em que se está atuando.

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Meus Pensamentos, Seus Pensamentos – Criando um ambiente propício aos pensamentos

Você já pensou em qual tipo de ambiente você cria à sua volta? Conheci esta abordagem em novembro de 2014, em um evento para conhecer os fundamentos e acabo de me certificar como Coach usando a metodologia Thinking EnvironmentTM. Podemos ouvir para iluminar o pensamento do Outro ou para responder, questionar ou perguntar. Ouvir mesmo, de verdade…

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Dons e talentos

22 E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles granjeei outros dois talentos.

23 Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
Mateus 25.22,23

Você sabia que existe diferença entre dons e talentos?

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Mentoria

Você Deve ter a capacidade de notar quando começamos a ter padrão de pensamentos negativos e, isto acontece muitas das vezes sem perceber; ficar remoendo erros, coisas do passado, fracassos, perdas, decepções, amores antigos, podem ser que estas perdas foram um grande livramento em tua vida.

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Aqui está um rapaz com cinco pães de cevada e dois peixinhos, mas o que é isto para tanta gente? João 6.9

Tem momentos na nossa vida que pensamos que não temos nada para oferecer a outros. Mas o que parece ser pouco, nas mãos de Deus será mais do que suficiente! Você obreiro, tem muito para oferecer; mas, você sabe o que é ser obreiro? Obreiro = Aquele que serve; tem a finalidade de servir no reino de Deus. Então use aquilo que você tem! E Deus multiplicará e atenderá a muitas pessoas. Deus te abençoe. Audionor.

Um novo ciclo na sua vida?

Certamente diferentes fases já se passaram na sua vida. E o que ficou de toda essa trajetória? Acertos e erros, vitórias e fracassos, alegrias e decepções, muito aprendizado. O importante é que você chegou até aqui.

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Foco triplo: caminho para desenvolver a liderança


O foco triplo, idealizado por Daniel Goleman, considerado o pai da inteligência emocional, pode ser assumido como um caminho para o desenvolvimento dos líderes.

Segundo Goleman, a tarefa básica da liderança é conduzir a atenção dos seus liderados. E, para fazer isso, os líderes precisam concentrar sua própria atenção em três focos: interno, no outro e externo.

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PENSE BOLD

Se você ainda não leu nada de José Salibi Neto e Sandro Magaldi, convido você a consultar suas obras. Entre as obras que escreveram eu li duas que são: Gestão do Amanhã e O Novo Código da Cultura.

Em Gestão do Amanhã ele trabalha no capítulo 5 sobre o perfil do líder na 4ª Revolução Industrial.

Sempre que se pensa em liderança temos algumas listas padrão sobre que qualidades o líder deve possuir.

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Ciência e comunicação, 50 anos após a Apollo 11

No dia 20 de julho de 1969 os astronautas Neil Armstrong e Edwin ‘Buzz’ Aldrin alunissaram o módulo Eagle e Armstrong tornou-se o primeiro humano a pisar na superfície lunar. A façanha foi transmitida pela TV, ao vivo, para todo o planeta. Com as famosas palavras “Um pequeno passo para um homem, mas um gigantesco salto para a humanidade”, a Apollo 11 encerrava a corrida espacial e realizava o objetivo traçado pelo presidente John F. Kennedy, em 1961, de levar o ser humano à Lua, antes de a década acabar, e retorná-lo em segurança para a Terra.

De lá para cá 50 anos decorreram, e, apesar das notícias quase diárias sobre novas conquistas na ciência, ainda sobrevivem muitas teorias da conspiração, em pleno século XXI, alegando que o pouso da Apollo 11 não passou de encenação feita em algum estúdio hollywoodiano. Mas, o que pode ter dado errado para que, ainda hoje, exista esse abismo entre as conquistas científicas e o senso comum? Em que estamos errando ao divulgar os avanços da ciência a toda a população?

Parece haver consenso quanto ao fato de que o mau emprego da expressão original Scientific Journalism tem gerado, em nossa língua, inúmeros equívocos e confusões. Consenso também há quanto ao fato de que o Jornalismo Científico deve apropriar-se das características do Jornalismo: atualidade, universalidade, periodicidade e difusão.

O jornalista científico deve ser, antes de tudo, jornalista na mais ampla acepção da palavra. Há de ser profissional completo, aberto a seu tempo, familiarizado com os problemas do mundo em que vive, dotado de curiosidade universal e ter pleno domínio das técnicas de seu ofício.

Eis alguns conselhos para os que atuam com divulgação científica, sejam cientistas ou jornalistas, lembrando dos ensinamentos de Osvaldo Frota-Pessoa no artigo José Reis, o divulgador da ciência:

– Coragem para dispensar a precisão e apelar para analogias, generalizações e aproximações, e coragem para parecer, por isso, ignorante;

– Ser simples, direto e nobre (como Homero), pois sem a nobreza cai-se na caricatura da ciência, no sensacionalismo;

– Pensar maduramente no tema e no propósito da publicação, deixando o estudo sedimentar antes de escrever;

– Abdicar do jargão científico, escrevendo de forma enxuta, sem rebuscamentos nem modismos;

– Explicar a ciência e desmascarar a pseudociência, a partir dos fatos do dia;

– Tratar as novidades, mas também o que é maravilhosamente banal (como o desabrochar das flores).

É inegável que não existe notícia melhor e mais importante do que uma descoberta científica ou um avanço tecnológico. A conexão da ciência com o nosso cotidiano oferece a possibilidade concreta da percepção dos avanços, afinal, foi a partir da aventura lunar de Armstrong, Aldrin e Collins que utilidades como frigideira de teflon, lentes de contato, termômetro digital, códigos de barra, GPS, velcro, micro-ondas e tantos outros se tornaram realidade. Mas, quantas pessoas sabem disso? Certamente um número menor do que as que acreditam que a ida à Lua foi uma produção de Hollywood.

Bom mesmo seria termos muitos profissionais como José Reis, médico, pesquisador e ícone na construção da comunicação científica em nosso país. Para ele, somente a divulgação da ciência poderia implicar na criação de uma mentalidade de suporte a ela, legitimando-a e aumentando o grau de percepção de seu sentido utilitário.

Cinquenta anos decorreram desde que a Apollo 11 alunissou. Contudo, um dos grandes desafios da divulgação científica continua sendo popularizar a ciência e aproximá-la da sociedade. Devemos seduzir o público não por meio de discursos que imprimam, no imaginário coletivo, a crença em um mundo mágico e sobrenatural por meio da ciência, mas sim em seu papel transformador para a melhoria de nosso dia a dia. Como outrora observou o escritor e cientista Carl Sagan, “a mágica requer cooperação tácita entre o público e o mágico”. Segundo Sagan, é exatamente isso que se tem de evitar para o leigo entender e apoiar os esforços da investigação e pesquisa. 

*Sobre o Professor Sergio Bialski: Graduação, Pós-Graduação e Mestrado em Comunicação pela USP. Possui mais de 20 anos de experiência no mundo corporativo, atuando como Gerente de Comunicação em empresas multinacionais. Palestrante e Professor universitário há 10 anos, nos cursos de Publicidade, Relações Públicas e Jornalismo. Co-autor de 5 livros e ganhador do Prêmio “Professor Imprensa 2018”, na categoria Professor Universitário, como “o mais inspirador professor de Comunicação da Região Sudeste do Brasil”, em votação pública. Para obter mais informações, acesse: www.sergiobialski.com.br

Melhore a comunicação antes que ela coloque tudo a perder

É, parece que não, mas a comunicação exerce uma grande influência no comportamento das pessoas que impactam diretamente na performance individual. Parece simples, mas trata-se de um aspecto que requer um grande cuidado, pois dependendo da maneira como é recebida, pode elevar ou baixar a moral da equipe afetando significativamente os seus resultados.

Há alguns anos era muito comum ouvir um gerente usar uma linguagem e um mesmo tom de voz para todo mundo e esperar que o impacto dessa comunicação fosse um só para cada pessoa da equipe e ainda concluía dizendo: “…porque eu sou assim, quem quiser ficar que se adapte, do contrário a porta da rua é a serventia da casa”. Ou ainda: “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, confesso que ainda cheguei a ouvir isso no início da minha carreira.

Tratar a equipe dessa forma, sem considerar o indivíduo, é como acreditar num comportamento-padrão, como se todos ali tivessem saído de uma linha de produção e hoje está mais do que claro que cada pessoa é única, indivisível e, portanto, reage diferente em relação aos diversos estímulos aos quais são impelidas. Daí a importância de prestar atenção não apenas nas palavras, mas nos gestos, tom de voz, expressão facial, postura e atitudes. Tudo conta!

Isso significa que algumas pessoas reagem muito bem à pressão e a palavras mais duras, outros, porém, podem se desestabilizar emocionalmente e ao invés de responderem adequadamente, podem até sabotar o projeto, comprometendo assim, os resultados. Desse modo, para todos os efeitos, comunique sempre com o foco no positivo, jamais no negativo, isso não quer dizer, que necessariamente você esteja disposto e feliz o tempo inteiro, mas é possível considerar aspectos a serem melhorados usando uma linguagem motivadora.

Por exemplo: ao invés de dizer “- nossa, esse setor está uma bagunça”, pode afirmar que a galera trabalha tanto que merece um lugar melhor. O que pode ser feito para ter um ambiente mais organizado?

Do mesmo modo, substitua a expressão “- deixe de ser preguiçoso” por “- eu confio em você para fazer isso até às 17h”. Evite afirmar “- Tá complicado”, mas pelo contrário, utilize: “Você pode! Já fez coisas mais difíceis antes”.

Troque o “Eu já te expliquei isso várias vezes” por “Deixa eu pensar em uma maneira melhor de te orientar sobre esse assunto”. Da mesma forma que algumas outras palavras e expressões devem ser evitadas, como:

* A palavra “não”, pois o cérebro não a reconhece como uma experiência podendo interpretar o contrário, desse modo, diga o que quer e não o que não quer.

*Substitua a conjunção adversativa “mas” pela uma conjunção aditiva “e”, já que tem a ideia de soma, adição, logo, é positiva, ao passo que o “mas”, diminui, elimina, subtrai tudo o que foi dito anteriormente podendo levar o indivíduo a distorcer todo o sentido da sua comunicação.

*Evite usar a palavra “tentar”, pois ela pressupõe a falta de empenho e dedicação para realizar algo. Não tente, FAÇA!

*Troque a palavra “se”, por “quando”, a primeira pressupõe uma condição necessária para fazer algo: “se eu conseguir …”, já a segunda nos remete a concretização, restando saber a data “quando eu conseguir …”, ou seja, a pessoa está trabalhando hoje para colher o resultado em um espaço de tempo.

* Exercite o cérebro para focar na certeza e não na dúvida, ou seja, ao invés de afirmar: “eu espero que…”, declare: “eu sei que vou aprender”, “eu consigo!”.

Quer melhorar a sua comunicação para extrair o melhor rendimento da sua equipe? Então venha com a gente desenvolver essas e outras habilidades de comunicação para aprimorar a gestão e mobilizar sua equipe para o alcance de metas. A Cia Brasileira de Coaching está com uma nova turma para o workshop de Liderança e autogestão a ser realizado no período de 27 a 28/08/2019, das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

Caixa de texto: Nelson Vieira, é Presidente e Master Coach Trainer da Cia. Brasileira de Coaching Certified Advanced Master Coach Sênior pela Graduate School of Master Coaches (EUA/UK/Austrália)
www.cibracoaching.com.br

Gostou do tema? Tem alguma dúvida ou quer  que eu escreva sobre algum assunto em especial? Envie sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para nelsonvieira@cibracoaching.com.br  você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

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