As semifinais da Champions League 2019 entre Ajax versus Tottenham e Barcelona versus Liverpool foram uma verdadeira demonstração de liderança, estratégia, vontade de vencer, trabalho em equipe, disciplina e superação.

O futebol contribui com importantes lições para o mundo dos negócios. Embora não entrem em campo, os treinadores são verdadeiros gestores de negócios e ajudam a decidir os jogos através de treinos, planos táticos, escolha dos jogadores que formam o time e a gestão desse grupo.

Exercer uma efetiva gestão de pessoas em prol dos resultados é um dos maiores atributos de um líder de time. E para chegar as vitórias e conquistas de títulos, é necessário contar com os melhores profissionais, saber extrair o melhor de cada um, conhecer e explorar seus pontos fortes, ter o grupo fechado.

Seja no time ou no mundo dos negócios, é também tarefa do líder gerir egos e conflitos. Quanto mais rapidamente encontrar a melhor formação com cada jogador atuando na sua posição ideal obediente às suas funções táticas, mais cedo os resultados aparecerão.

Monitorar o desempenho e o jeito de jogar dos seus adversários, definindo as estratégias a serem adotadas, com opções de jogo mais adequadas, são outras atribuições de um treinador ou líder de time. Neste momento, sugere-se sempre recorrer ao benchmarking.

O ditado “uma andorinha sozinha não faz verão”, faz todo sentido. O Barcelona mesmo contando com a estrela de Messi, não foi suficiente para passar pelo Liverpoll, equipe que contou com mais conjunto e uma grande liderança fora das quatro linhas, seu treinador Jürgen Klopp. Assim também o Ajax, sendo considerado até então a grande sensação do campeonato, com futebol leve e de fazer lembrar a lendária seleção holandesa de 1974, a laranja mecânica, não foi suficiente para passar pelo aguerrido time do Tottenham, do jovem treinador vencedor Maurício Pochettino.

Como esta engrenagem tem funcionado nas empresas? Tenho visto falhas na escolha das lideranças, na contratação de pessoas sem avaliar talentos, gerando elevado tournover, com resultados abaixo dos esperados. Alvin Toffler tem a solução: “… aprender, desaprender, reaprender”. No fundo, as empresas e suas lideranças precisam aprender a se reinventar e rever seu “modus operandi”.

Uma empresa, um time, também devem saber lidar com o fracasso, nem tudo são vitórias, que o digam Barcelona e Ajax. Resta diagnosticar e superar os obstáculos além de ter paciência, porque um dia as vitórias novamente acontecerão, basta para isso ter disciplina nos treinamentos, foco e determinação, somado a uma elevada dose de motivação.

Reflita sobre isso!

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