Category: RH (page 2 of 2)

A necessidade insana da equiparação com os amigos

A sociedade vive em grupos e o ambiente de trabalho não deixa de produzi-los. Pessoas descobrem que gostam das mesmas coisas e selam amizades, indo juntos pras baladas, shoppings, churrascos de final de semana, etc. Muitas vezes o individuo deixa a empresa e permanece amigo do outro ainda por muito tempo ou até mesmo pelo resto da vida. E é justamente aí que começam acontecer, ainda que involuntariamente, as comparações profissionais, quando um fica pensando se o outro que trabalhou junto dois anos antes está melhor ou pior que ele.

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Como o RH pode colaborar para reduzir o passivo trabalhista da empresa

Boas práticas de Gestão de Pessoas podem ser eficazes no auxilio da compreensão dos riscos  trabalhistas e no planejamento de políticas uniformes de combate a essas ações.

Hoje, como sempre, é cada vez mais difícil se prever um cenário com um mínimo de riscos, e com um mercado cada vez mais competitivo, somando-se todas essas tecnologias da informação disponíveis, as empresas deparam-se com ações trabalhistas como se fossem empresas irresponsáveis não cumpridoras de regras e obrigações.

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Planejamento estratégico de gestão de pessoas

Estamos no final do ano; momento mais que propício para tratarmos de planejamento estratégico, em geral, e de gestão de pessoas, em particular. Os desafios recorrentes (estruturantes) que circundam cronicamente esta ou qualquer outra área da empresa somente podem ser tratados e resolvidos numa perspectiva de longo prazo, de modo que o momento do planejamento estratégico é sempre composto por uma aura de esperança e de entusiasmo, quando bem conduzido.

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A experiência que te atrapalha

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Uma das grandes diferenças entre o mercado de trabalho atual e aquele que a geração passada conheceu está na valorização da experiência. Antes, as empresas faziam questão de contratar pessoas pela experiência que tinham naquela função e hoje, ao contrário de antes, observa-se muito o perfil. E os motivos são muitos, tanto que vou convidar você, leitor, a viajar um pouquinho comigo pelo tempo e observar os cenários de cada época.

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Não esquenta a cabeça, senão caspa vira mandiopã

Pra quem não lembra, Mandiopã era um salgadinho muito popular nos anos 80, a base de mandioca e que tomava forma ao ser mergulhado no óleo quente. Nessa mesma época, o livro “Feliz Ano Velho”, de Marcelo Rubens Paiva, fazia sucesso entre os jovens por ser um dos primeiros a serem liberados pela censura militar trazendo palavrões e passagens mais picantes. Este livro e o “Eu, Cristiane F., 13 anos, drogada e prostituída” eram a grande febre da molecada da minha idade.
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