Categoria: Gestão (page 1 of 5)

Fanático ou uma vida com propósito?

O mundo de hoje está em um frenesi total, muitos andam sem saber o seu real sentido de direção, constantemente nos deparamos com notícias de assassinatos e suicídio por se perder o valor da vida humana e a autovalorização. Ter um propósito na vida é extremamente essencial para encontra dentro de si razão para viver. Nós não nascemos somente para trabalhar e pagar contas, fomos formados para um propósito maior, que talvez nem o conheçamos, esse propósito se dá deste o ventre materno e nos persegue por toda uma vida. Alguns encontram seu propósito, outros vivem a vida toda somente para encontra-lo nos seus últimos dias de existência e há aqueles que nunca entenderão o porquê estiveram neste mundo. Os que entendem seu propósito persegue de forma determinada e constante, se esforçam ao máximo, entendem que haverá obstáculos e pessoas em seu caminho que irão apoiar e outras vão o desestimular, talvez porque não estejam olhando através de sua ótica. Outros dirão que você é fanático.

A etiologia da palavra “Fanático” veio do Latim FANATICUS, “louco, entusiasta, inspirado por algum deus”, originalmente “relativo a um templo”, FANUM. O fanático, parece que também tem um objetivo a ser seguido, são insistentes e persistentes, mas são insanos. Insano também do latim “insanus”, louco, demente, torturadores, extravagante, excessivo, que não está no domínio de suas faculdades mentais, ou seja, um transtorno que acometem aqueles que não ouvem, são imutáveis em seus objetivos, pode até agredir de forma física ou verbal outros.

A filosofia coloca o fanatismo dividido em três grandes classes: Política, Esporte e Religião. Se você parar e pensar verá que para cada uma dessas classes você terá um modelo do “ser fanático”. Porém, a palavra Propósito está ligada a um objetivo respeitando o limite de cada indivíduo para atingir sua meta. Há uma linha muito tênue entre “ser fanático” e “ter uma vida com propósito”, porque ambas as formas existem um objetivo a ser alcançado. Então como diferenciar esses dois tipos de pessoas? Penso e acredito que seja necessário olhar as ações ao redor das pessoas das seguintes formas:

1.º Poder do ouvir

Ouvir é uma arte que deve ser praticada por todos, há provérbios que diz: “ ouve, e torna-te sábio e dirige teu coração pelo caminho” “existe mais sabedoria no ouvir do que no mundo de falácia”, outro provérbio diz: “a língua pode ser uma espada mortal”. Ouvir atentamente o outro abrindo o coração e a mente pode fazer a diferença entre uma pessoa de vida com propósito e o fanático.

2.º Liberdade de auto expressão

A liberdade de auto expressão deve ser praticada e notada pelos que estão ao redor do indivíduo, mas se a auto expressão levar a danos físicos, mentais e morais, fugindo da ética da vida, está auto expressão esta prejudicada e compromete a linha entre propósito e fanatismo.

3.º Discernimento

O discernir entre o certo e o errado vai depender da sociedade onde o indivíduo está inserido, seus valores éticos e morais. Importante entender esta inserção, pois, é dali que surge o ponto de partida para o mundo entre o ser humano e a sociedade.

Finalizo aqui pensando, será que vivemos defendendo uma causa fanática e trazendo danos as pessoas? Ou nós vivemos uma vida com propósito para impactar positivamente a própria vida e os que estão ao redor? Ouça e tenha liberdade de auto expressão com discernimento, você decide em ser um fanático ou ter uma vida com propósito.

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Você tem visão de futuro?

Creio que todos nós paramos em algum momento para refletir sobre nossas jornadas. Sobre decisões que foram tomadas ao longo da vida e o porque muitas deram certo e outras não. O que aconteceu? Que fatores externos cooperaram para isso? Onde eu errei?

É lógico que muitos fatores externos compreendem como sendo parte do conjunto e, às vezes, modificam o caminho a ser percorrido. Portanto, a reflexão que quero fazer é: o que você fez para evitar as influências dos fatores externos na sua vida?

Acontece o imprevisto, ou melhor, há uma situação que não foi compreendida há tempo. Muitas vezes, cedemos à vontade de crer que existem fatores externos que fogem do nosso domínio. É mais fácil acreditar nisso como uma verdade do que entender que nossas ações diante as circunstâncias fazem toda a diferença.

A ação é um modo organizado e coeso de refletir, experimentar e principalmente de reagirmos em relação aos eventos ocorridos em nosso caminhar.

Existe uma série de ferramentas para nos ajudar na tomada de decisão, como por exemplo, as utilizadas pelo coach. Esse é um profissional que pode te amparar muito, pois ele vai te apoiar focando em um processo bem estruturado que guia as pessoas a alcançarem metas na vida pessoal e profissional.

O primeiro passo no caminho é ter visão de futuro, é saber onde desejamos ir.

Quando nossa visão é curta e refletimos exclusivamente no hoje, estamos inconscientemente “apertando o piloto automático” e deixando que as coisas sigam seu próprio rumo. Deixamos de comandar as nossas próprias vidas.

Visão de futuro são imagens mentais que nos guiam para agir e tornar nossos sonhos realidade e, é ela que nos dá direção, criando sentido à vida.
Quando somos imediatistas damos demasiada importância ao que está mais próximo no tempo, que vive literalmente o “carpe diem“, é, de certa forma, sermos insensatos, pois acabamos sofrendo de uma “miopia temporal”. Percebemos que o futuro chega e cobra seu preço pelo passado e sem planejamento prévio.

Por outro lado, existem aquelas pessoas que adiam tanto seu agora que vivem um enorme vazio, e desperdiçam as oportunidades com o excesso de atenção pelo amanhã. Desprezam toda e qualquer ação hoje e desenham em exagero o amanhã.

Quer um exemplo disso? Quando falamos que iniciaremos um novo projeto na próxima semana estamos inconscientemente nos privando de nossa visão de futuro – precisamos dispor de mais tempo, porque um projeto novo exige maior dedicação. Uma vez poupada à decisão de obter visão de futuro e de iniciar o novo projeto hoje, resolvemos então desfrutar de um prazer breve e imediato – exemplo: sair para um café com as amigas ou visitar um parente, fazendo com que a sensação de bem-estar – liberdade, faça uma poupança, ou seja, armazenamos os “juros” na forma de liberdade – ganhando mais tempo. Estamos adiantando o prazer imediato para pagarmos os juros lá na frente representados pelo excesso de trabalho.

Já quando nos privamos das horas livres e decidimos iniciar o novo projeto hoje, sem postergar nossa decisão e sendo fiéis a nossa visão de futuro – ser bem sucedido, realizado, reconhecido; percebemos que teremos um futuro proveitoso, garantido e em menor tempo. Privamo-nos no presente para colher o prazer – sucesso lá na frente.

Sendo assim, devemos pesar o prazer hoje ou o prazer no futuro? Essa decisão também depende da ação de cada pessoa.

Reflexão: 
Necessitamos buscar a satisfação imediata? 
Ter ou fazer hoje o que desejamos a qualquer preço?
Qual é o meu propósito? 
Onde quero chegar? 
Que herança quero deixar nesta vida? 

Sem abranger, aqui estamos nós igualmente sendo aventurados a tomar infinitas decisões todos os dias.

Acreditamos realmente que nós somos os únicos responsáveis pela realização do nosso futuro? Combatemos à vontade de inventar uma desculpa para nossos erros e fracassos? O que nos leva a tomar a decisão certa entre o agora ou o futuro? Eu digo que: sua visão de futuro, seu ideal é sua ação.

Agora é com você! Arregace as mangas e não deixe para amanhã, visualize o seu futuro e planeje sua vida com determinação. O que você quer e como pretende chegar lá. Seu futuro depende principalmente de você!

…………………

Sobre a autora:

Lane Lucena, psicanalista clínica, pós-graduada em comportamento organizacional e gestão de pessoas. Pós-graduanda em TEA – Transtorno do Espectro Autista. Especializações em psicopedagogia clínica e psicologia e saúde mental. Idealizadora do Viva Sua Essência e do Psiqueanalise.com. Pesquisadora da Escrita como recurso terapêutico e Facilitadora de Práticas de Atenção Plena. Criadora da Metodologia “Flor&Ser – florescendo a escrita expressiva” – um recurso que utiliza a escrita terapêutica.



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