Categoria: Comunicação (page 1 of 6)

Conexão entre pessoas e marcas: qual a importância?

Como seres emocionais, é biológica a necessidade que o ser humano sente em estar em constante evolução e a ser movido pela busca de experiências que liberem dopamina ou, melhor dizendo, experiências que ofereçam prazer. 

Leia mais…

Meus Pensamentos, Seus Pensamentos – Criando um ambiente propício aos pensamentos

Você já pensou em qual tipo de ambiente você cria à sua volta? Conheci esta abordagem em novembro de 2014, em um evento para conhecer os fundamentos e acabo de me certificar como Coach usando a metodologia Thinking EnvironmentTM. Podemos ouvir para iluminar o pensamento do Outro ou para responder, questionar ou perguntar. Ouvir mesmo, de verdade…

Leia mais…

Ciência e comunicação, 50 anos após a Apollo 11

No dia 20 de julho de 1969 os astronautas Neil Armstrong e Edwin ‘Buzz’ Aldrin alunissaram o módulo Eagle e Armstrong tornou-se o primeiro humano a pisar na superfície lunar. A façanha foi transmitida pela TV, ao vivo, para todo o planeta. Com as famosas palavras “Um pequeno passo para um homem, mas um gigantesco salto para a humanidade”, a Apollo 11 encerrava a corrida espacial e realizava o objetivo traçado pelo presidente John F. Kennedy, em 1961, de levar o ser humano à Lua, antes de a década acabar, e retorná-lo em segurança para a Terra.

De lá para cá 50 anos decorreram, e, apesar das notícias quase diárias sobre novas conquistas na ciência, ainda sobrevivem muitas teorias da conspiração, em pleno século XXI, alegando que o pouso da Apollo 11 não passou de encenação feita em algum estúdio hollywoodiano. Mas, o que pode ter dado errado para que, ainda hoje, exista esse abismo entre as conquistas científicas e o senso comum? Em que estamos errando ao divulgar os avanços da ciência a toda a população?

Parece haver consenso quanto ao fato de que o mau emprego da expressão original Scientific Journalism tem gerado, em nossa língua, inúmeros equívocos e confusões. Consenso também há quanto ao fato de que o Jornalismo Científico deve apropriar-se das características do Jornalismo: atualidade, universalidade, periodicidade e difusão.

O jornalista científico deve ser, antes de tudo, jornalista na mais ampla acepção da palavra. Há de ser profissional completo, aberto a seu tempo, familiarizado com os problemas do mundo em que vive, dotado de curiosidade universal e ter pleno domínio das técnicas de seu ofício.

Eis alguns conselhos para os que atuam com divulgação científica, sejam cientistas ou jornalistas, lembrando dos ensinamentos de Osvaldo Frota-Pessoa no artigo José Reis, o divulgador da ciência:

– Coragem para dispensar a precisão e apelar para analogias, generalizações e aproximações, e coragem para parecer, por isso, ignorante;

– Ser simples, direto e nobre (como Homero), pois sem a nobreza cai-se na caricatura da ciência, no sensacionalismo;

– Pensar maduramente no tema e no propósito da publicação, deixando o estudo sedimentar antes de escrever;

– Abdicar do jargão científico, escrevendo de forma enxuta, sem rebuscamentos nem modismos;

– Explicar a ciência e desmascarar a pseudociência, a partir dos fatos do dia;

– Tratar as novidades, mas também o que é maravilhosamente banal (como o desabrochar das flores).

É inegável que não existe notícia melhor e mais importante do que uma descoberta científica ou um avanço tecnológico. A conexão da ciência com o nosso cotidiano oferece a possibilidade concreta da percepção dos avanços, afinal, foi a partir da aventura lunar de Armstrong, Aldrin e Collins que utilidades como frigideira de teflon, lentes de contato, termômetro digital, códigos de barra, GPS, velcro, micro-ondas e tantos outros se tornaram realidade. Mas, quantas pessoas sabem disso? Certamente um número menor do que as que acreditam que a ida à Lua foi uma produção de Hollywood.

Bom mesmo seria termos muitos profissionais como José Reis, médico, pesquisador e ícone na construção da comunicação científica em nosso país. Para ele, somente a divulgação da ciência poderia implicar na criação de uma mentalidade de suporte a ela, legitimando-a e aumentando o grau de percepção de seu sentido utilitário.

Cinquenta anos decorreram desde que a Apollo 11 alunissou. Contudo, um dos grandes desafios da divulgação científica continua sendo popularizar a ciência e aproximá-la da sociedade. Devemos seduzir o público não por meio de discursos que imprimam, no imaginário coletivo, a crença em um mundo mágico e sobrenatural por meio da ciência, mas sim em seu papel transformador para a melhoria de nosso dia a dia. Como outrora observou o escritor e cientista Carl Sagan, “a mágica requer cooperação tácita entre o público e o mágico”. Segundo Sagan, é exatamente isso que se tem de evitar para o leigo entender e apoiar os esforços da investigação e pesquisa. 

*Sobre o Professor Sergio Bialski: Graduação, Pós-Graduação e Mestrado em Comunicação pela USP. Possui mais de 20 anos de experiência no mundo corporativo, atuando como Gerente de Comunicação em empresas multinacionais. Palestrante e Professor universitário há 10 anos, nos cursos de Publicidade, Relações Públicas e Jornalismo. Co-autor de 5 livros e ganhador do Prêmio “Professor Imprensa 2018”, na categoria Professor Universitário, como “o mais inspirador professor de Comunicação da Região Sudeste do Brasil”, em votação pública. Para obter mais informações, acesse: www.sergiobialski.com.br

Seja empático

Em termos simples empatia é a habilidade de colocar-se no lugar do outro. Você é sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas? A empatia pode sim ser aprendida, ou pelo menos, treinada, no entanto é necessário passar pelo exercício do autoconhecimento para, aí sim, compreender a emoção do outro, a partir do momento que você for capaz de entender o que se passa na sua própria cabeça será capaz de perceber emoções e sentimentos de outras pessoas. Mas, por que nos colocar no lugar do outro? Porque somos humanos e nos reconhecer no próximo é a maneira de termos uma boa convivência social que nos possibilita entender mais ainda as emoções e necessidades de cada um, fato que se torna indispensável quando se vive em comunidade. Ser empático interfere diretamente em nosso sucesso profissional e pessoal, porém ser uma pessoa empática torna-se um grande desafio tendo em vista que somos imperfeitos e temos uma grande probabilidade em cometer erros e pensar apenas em nós mesmos. Isso deve-se à forma como fomos educados e por influência de outras pessoas que não se importam com os sentimentos e dificuldades de seus semelhantes. Ter empatia é entender que as pessoas são diferentes, sofrem e reagem de modo diferenciado umas das outras, mas que precisam ser ouvidas, compreendidas e acalentadas, afinal a atitude mais nobre de um empático é a capacidade de sentir uma dor que talvez jamais irá vivenciar. Tentar entender os sentimentos e as necessidades dos outros mesmo vivendo em um mundo tão egoísta e conturbado nos torna menos individualistas e, com isso, ganhamos motivação para fazer o bem e cultivar valores indispensáveis em todos os aspectos da vida. Você concorda com o meu ponto de vista?

O comunicador empreendedor

Por: Sergio Bialski

Quantas vezes você já viu e ouviu, na área de comunicação, pessoas se queixando da empresa em que trabalham e de seus gestores, ou mesmo se queixando do baixo salário que recebem e da falta de valorização de seu esforço e talento pessoal?

Leia mais…

O uso da criatividade e da inovação na comunicação

Por: Sergio Bialski

Ao longo dos mais de vinte anos de minha carreira como Gestor de Comunicação em grandes empresas, e dos dez anos como professor universitário, pude perceber um traço comum, tanto entre meus colegas de trabalho como entre meus alunos, que é a valorização da criatividade e da inovação como elementos essenciais para o sucesso.

Leia mais…

Qual o perfil ideal de vendedor para a sua empresa?

O mercado vem passando por algumas dificuldades devido à instabilidade econômica e política do país. Grande parte das empresas vem apresentando quedas consideráveis em suas vendas, tendo como uma de suas principais consequências, o aumento de profissionais desmotivados potencializa os reflexos negativos nos resultados financeiros.

Leia mais…

Valorização do capital humano: uma visão estratégica

Toda empresa precisa de um time de funcionários que a represente, que acredite em seus produtos e que queira construir um futuro em conjunto. Porém, a situação adversa da economia em nosso país vem dificultando o desenvolvimento das empresas, levando em muitos casos as mesmas a fecharem as portas.

Leia mais…

A entrevista

Um jovem recém-formado na universidade recebeu um telefonema de uma grande empresa, a mesma empresa que ele deixara currículo uns dias atrás. A secretária lhe informou o horário da entrevista e ele respirou aliviado por ter uma oportunidade no mercado. Leia mais…

Uma habilidade que gera prosperidade

O incrível poder da presença

Você já se sentiu totalmente perdida no tempo? Desconectada do momento presente? Preocupada com algo futuro ou presa em alguma situação do passado? Já percebeu que muitas vezes perdemos oportunidades e momentos importantes de nossas vidas?

Leia mais…

« Mais posts

© 2019 Literare Books

Theme by Anders NorenUp ↑