Já faz algum tempo que as pessoas, de um modo geral, lidam com a insegurança no mercado de trabalho por conta da atual situação político-econômica do país, das pressões decorrentes da competitividade, do avanço tecnológico e da rapidez da informação. É lógico que tudo isso afeta os profissionais, que passam a buscar, cada vez mais, saídas alternativas como forma de reestabelecer o equilíbrio. Como se não bastasse, há ainda uma cobrança muito grande por conta das pressões diárias por resultados. Na família e na vida de uma maneira geral há uma cobrança desmedida para que as pessoas sejam bem sucedidas profissional e financeiramente. E ainda tem que ser atlético e esbanjar saúde mesmo trabalhando quase 14h por dia, para assegurar desde necessidades básica do ser humano como a segurança, até atingir níveis como: autorrealização e reconhecimento.

Isso tudo leva as pessoas à “adoecerem” manifestando comportamentos característicos de ansiedade e depressão. Alguns sintomas são: insônia ou sono demais, fadiga, esquecimento, falta de apetite ou apetite em excesso, assim como executar várias atividades concorrentes entre si, que normalmente necessitariam de dedicação exclusiva, simultaneamente e sem obter resultados satisfatórios em nenhuma delas. Como consequência veem sua qualidade de vida minada, o que afeta sobremaneira a sua autoestima que por sua vez impacta significativamente a sua performance e abala as suas relações pessoais seja na família ou na sociedade.

Por conta deste cenário, muitas pessoas têm buscado abrigo em terapias holísticas, alternativas ou mesmo buscam refúgio em psicotrópicos para reduzir a ansiedade, para relaxar e dormir ou aumentar o lítio prescritos por psiquiatras. Em outros casos, buscam o auxílio profissional em terapias com psicólogos, ou ainda, o que seria altamente recomentado: a prática de esportes, sem esquecer a espiritualidade como um campo de meditação e reflexão para reencontrar o equilíbrio do corpo e da mente. Ultimamente, no Brasil, as pessoas têm recorrido bastante ao coaching como forma de encontrar as respostas que sozinho não encontram e, também, como uma maneira de organizar a vida em suas diversas instâncias: pessoal, profissional, relacionamentos e qualidade de vida. O coaching também serve para outros temas ligados a vida e carreira, como: missão de vida, visão de mundo, objetivos, plano de ação, desenvolvimento das virtudes através de suas forças de caráter, dentre outros temas ligados a vida e à sua evolução contínua.

Neste sentido, com tantos estímulos e oportunidades disponíveis atualmente, como escolher um caminho novo? Como decidir onde e como investir dinheiro, tempo e expectativas? Um curso de especialização, talvez? Aí é que está a grande questão, pois esse novo caminho pode estar na sua própria profissão.  Mas isso não requer, necessariamente, um redirecionamento de carreira, mas ao contrário, consiste muitas vezes em se reinventar para performar melhor. Vemos isso com frequência na música, no cinema e nas artes de uma maneira geral. Quem não se reinventa fica para trás, por isso, é importantíssimo que as pessoas escolham uma área de atuação compatível com o seu gosto pessoal, com o seu talento e que estes estejam alinhados com o seu critério de valores.

Assim, é fundamental investir em uma profissão que você sinta que não precisa dispender um esforço quase sobrenatural para obter bons resultados, mas ao contrário, que sinta que está curtindo a trajetória e os desafios. Desse modo, é importante seguir a sua intuição e seguir a voz do coração ao invés de fazer investimentos absurdos em cursos ou negócios que prometem alta rentabilidade a curto prazo mesmo que não tenha talento nem “tesão” suficientes pela atividade. É suicídio! (detalhe: para o bolso e para a alma).

No entanto, não podemos desprezar a importância de termos um Plano B hoje em dia. Antigamente as pessoas tinham uma mesma profissão a vida inteira, mas tudo mudou, por isso há um estímulo muito grande de atividades profissionais, onde as pessoas se percebem atuando bem em várias delas, como por exemplo: um médico cirurgião que também trabalha como apresentador de televisão em programas ligados à sua área de atuação profissional. Advogados que dão aula ou engenheiros que, pela sua experiência de vida se tornam palestrantes comportamentais, ou todos esses, que se tornam coaches com o propósito de ajudar outras pessoas. Importante mesmo é descobrir o que gosta de fazer e se dedicar a isso.  A recompensa vem com a prática e o aperfeiçoamento contínuo.

Gostou do tema? Tem alguma experiência parecida? Compartilhe comigo, terei o maior prazer em conhecer a sua história e quem sabe, contribuir com outras pessoa que têm as mesmas dificuldades, envie suas dúvidas, sugestões, sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para fale@cibracoaching.com.br. Você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

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