Autor: Nelson Vieira (page 1 of 5)

Melhore a comunicação antes que ela coloque tudo a perder

É, parece que não, mas a comunicação exerce uma grande influência no comportamento das pessoas que impactam diretamente na performance individual. Parece simples, mas trata-se de um aspecto que requer um grande cuidado, pois dependendo da maneira como é recebida, pode elevar ou baixar a moral da equipe afetando significativamente os seus resultados.

Há alguns anos era muito comum ouvir um gerente usar uma linguagem e um mesmo tom de voz para todo mundo e esperar que o impacto dessa comunicação fosse um só para cada pessoa da equipe e ainda concluía dizendo: “…porque eu sou assim, quem quiser ficar que se adapte, do contrário a porta da rua é a serventia da casa”. Ou ainda: “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, confesso que ainda cheguei a ouvir isso no início da minha carreira.

Tratar a equipe dessa forma, sem considerar o indivíduo, é como acreditar num comportamento-padrão, como se todos ali tivessem saído de uma linha de produção e hoje está mais do que claro que cada pessoa é única, indivisível e, portanto, reage diferente em relação aos diversos estímulos aos quais são impelidas. Daí a importância de prestar atenção não apenas nas palavras, mas nos gestos, tom de voz, expressão facial, postura e atitudes. Tudo conta!

Isso significa que algumas pessoas reagem muito bem à pressão e a palavras mais duras, outros, porém, podem se desestabilizar emocionalmente e ao invés de responderem adequadamente, podem até sabotar o projeto, comprometendo assim, os resultados. Desse modo, para todos os efeitos, comunique sempre com o foco no positivo, jamais no negativo, isso não quer dizer, que necessariamente você esteja disposto e feliz o tempo inteiro, mas é possível considerar aspectos a serem melhorados usando uma linguagem motivadora.

Por exemplo: ao invés de dizer “- nossa, esse setor está uma bagunça”, pode afirmar que a galera trabalha tanto que merece um lugar melhor. O que pode ser feito para ter um ambiente mais organizado?

Do mesmo modo, substitua a expressão “- deixe de ser preguiçoso” por “- eu confio em você para fazer isso até às 17h”. Evite afirmar “- Tá complicado”, mas pelo contrário, utilize: “Você pode! Já fez coisas mais difíceis antes”.

Troque o “Eu já te expliquei isso várias vezes” por “Deixa eu pensar em uma maneira melhor de te orientar sobre esse assunto”. Da mesma forma que algumas outras palavras e expressões devem ser evitadas, como:

* A palavra “não”, pois o cérebro não a reconhece como uma experiência podendo interpretar o contrário, desse modo, diga o que quer e não o que não quer.

*Substitua a conjunção adversativa “mas” pela uma conjunção aditiva “e”, já que tem a ideia de soma, adição, logo, é positiva, ao passo que o “mas”, diminui, elimina, subtrai tudo o que foi dito anteriormente podendo levar o indivíduo a distorcer todo o sentido da sua comunicação.

*Evite usar a palavra “tentar”, pois ela pressupõe a falta de empenho e dedicação para realizar algo. Não tente, FAÇA!

*Troque a palavra “se”, por “quando”, a primeira pressupõe uma condição necessária para fazer algo: “se eu conseguir …”, já a segunda nos remete a concretização, restando saber a data “quando eu conseguir …”, ou seja, a pessoa está trabalhando hoje para colher o resultado em um espaço de tempo.

* Exercite o cérebro para focar na certeza e não na dúvida, ou seja, ao invés de afirmar: “eu espero que…”, declare: “eu sei que vou aprender”, “eu consigo!”.

Quer melhorar a sua comunicação para extrair o melhor rendimento da sua equipe? Então venha com a gente desenvolver essas e outras habilidades de comunicação para aprimorar a gestão e mobilizar sua equipe para o alcance de metas. A Cia Brasileira de Coaching está com uma nova turma para o workshop de Liderança e autogestão a ser realizado no período de 27 a 28/08/2019, das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

Caixa de texto: Nelson Vieira, é Presidente e Master Coach Trainer da Cia. Brasileira de Coaching Certified Advanced Master Coach Sênior pela Graduate School of Master Coaches (EUA/UK/Austrália)
www.cibracoaching.com.br

Gostou do tema? Tem alguma dúvida ou quer  que eu escreva sobre algum assunto em especial? Envie sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para nelsonvieira@cibracoaching.com.br  você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Cuidado: Você pode estar assinando um atestado de incompetência e nem sabe

O diálogo abaixo travado entre um diretor e um gerente de departamento aconteceu há algum tempo, mas é incrível como o tempo passa, as relações mudam, novas gerações aparecem, mas o velho hábito continua bem presente nos dias atuais:

Diretor – G., por favor, oriente as pessoas do seu departamento a seguirem o fluxo de trabalho cumprindo os procedimentos e respeitando todos os itens do check list.

G. – Pow diretor, não tem como fazer isso, meu nível de operação é muito elevado. Já é demais conseguir que façam, apesar dos erros de operação, tudo acontece muito rápido, não dá tempo de ficar seguindo procedimento padrão.

O diretor então passa o mesmo comando para o gestor de outro departamento, que apesar do alto volume de informações, executa e, atende aos prazos especificados, bem como grande parte dos indicadores de performance, apresentando um bom índice de produtividade. Ao levar ao conhecimento do gerente G. os resultados do seu colega de empresa, o mesmo argumentava:

– Ah, no setor dele não tem tanta demanda como no meu;

– Lá o trabalho não é tão complexo quanto no meu;

– Ele tem mais pessoas pra executar a tarefa, eu estou com o meu quadro desfalcado, preciso contratar pelo menos mais umas três pessoas;

– Para ele é mais simples porque ele não faz nem um terço do que eu faço;

– Ele tem um aparato tecnológico melhor do que o meu.

Enfim, depois de ouvir toda a linha de argumentação do G., o diretor resolveu fazer um rodízio entre os mesmos por um período de tempo. Conclusão:

O departamento do G. passou a apresentar melhores resultados, respeitando os padrões, normas, check lists e atendendo a todos os indicadores ao passo que o outro ficou todo bagunçado, deixou de atender aos requisitos que antes atendia e a equipe se apresentava mais acomodada, desmotivada. O que houve? (sem comentários, não é mesmo?)

Pois bem, você se depara frequentemente com desculpas para justificar os maus resultados, seus ou de terceiros? É daquelas pessoas para as quais sempre está faltando algo para fazer o que precisa ser feito? Nenhum recurso é suficiente o bastante para atender a demanda que se apresenta?

Então abra o seu olho caro(a), o seu foco e atenção podem estar sendo desviados para outras questões e atividades menos importantes, e quando você pensa que com suas desculpas vai comover os seus superiores, o máximo que conseguirá é atrair a atenção dos mesmos para você (pessoa), não de forma positiva, claro! Raciocine: Como o outro consegue realizar no seu departamento e você não? E como se não bastasse, ainda vai bagunçar o que está funcionando bem no outro departamento? Parabéns, você acabou de assinar um atestado de incompetência!

Se você vive ou presencia alguma situação parecida com a do G., aceite uma dica: Procure programas de treinamento, um acompanhamento de coaching, uma mentoria, ou, pelo menos tenha a humildade para aprender o que você não sabe com o colega, entenda que é mais digno admitir que precisa se preparar melhor do que inventar mil desculpas para justificar o injustificável jogando todo o seu histórico (se é que realmente já teve um) no lixo.

Ah, e só para lembrar, entenda de uma vez por todas que empresa não é mãe e que sua carreira depende 100% de você, portanto, cabe somente a você cuidar bem dela procurando cursos para melhorar suas habilidades profissionais e desenvolvimento de liderança e autogestão (em todos os níveis da organização).  

Assuma o controle da sua carreira, vire o jogo, venha desenvolver habilidades comportamentais para aprimorar a gestão e mobilizar sua equipe para o alcance de metas. A Cia Brasileira de Coaching está com uma nova turma para o workshop de Liderança e autogestão a ser realizado no período de 27 a 28/08/2019, das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

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Porque devemos redobrar a atenção com a galera do nem-nem

Segundo dados do ipea-Brasil, 23% dos jovens brasileiros, ou seja, dois em cada 10 jovens não trabalham e nem estudam, é um dado aparentemente sob controle porque por enquanto a população economicamente ativa é maior que a população dependente, formada pelas crianças e idosos, no entanto, a médio prazo, esse quadro pode comprometer a economia do país, porque  essa geração que hoje está no ápice da idade (im)produtiva, pode entrar para as estatísticas dos dependentes e, embora não seja nenhuma afirmativa, bem longe disso, é uma possibilidade que deve ser considerada já que todos os dias coisas nos acontecem.

No estado do Pará, esses números se agravam, segundo pesquisa realizada por amostra de domicílios do IBGE, quase 57% dos jovens de 15 e 29 anos de idade não estavam estudando e nem trabalhando no ano de 2018, um incremento de 33,1% em apenas dois anos, se considerarmos que em 2016 eram 23,7% da galera nem-nem. Muitos desses jovens geralmente não estudam porque não têm emprego e não trabalham, por sua vez, justamente porque não têm a devida qualificação, criando assim, um círculo vicioso.

Importante compreender que eles não necessariamente são desocupados, muitos trabalham no mercado informal porque precisam sustentar a casa, com flexibilidade de horário para cuidar dos filhos ou dos idosos e assim, vivem com um orçamento apertado e com dificuldades de se qualificar. No entanto, os que mais preocupam mesmo, são aqueles que não querem nada com nada, os nem-nem-nem!

Essa é uma questão que requer um olhar mais atento das três pontas: O setor público, o privado e da vontade e iniciativa dos próprios jovens. No caso das políticas públicas, é importante considerar alguns aspectos, como:

– Oferecer uma educação de qualidade eliminando esse abismo existente entre o conteúdo acadêmico e a realidade;

– Transporte público subsidiado para pessoas de baixa renda;

– Promover esforços para reduzir os índices de gravidez na adolescência, que segundo a OMS, está acima da média latino-americana com 68,4 partos para cada mil meninas com idades entre 15 e 19 anos;

– Construir novas creches para atender essa demanda;

– Políticas de saúde pública para tratar: saúde mental, traumas e depressão;

– Criar uma disciplina que eduque os jovens para viver essa transição da escola para o mercado.

– Disponibilizar treinamento de qualificação que vise desenvolver, orientar e informar os jovens sobre trabalho e carreira;

O setor privado pode contribuir aderindo aos programas de jovem aprendiz e auxiliando-os no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, que envolvem: a autoconfiança, a liderança e o trabalho em equipe.

Quanto aos jovens:

– Ter maior consciência de seu papel social e das suas potencialidades e talentos;

– Procurar desenvolver cada vez mais conhecimento sobre o mercado;

– Escrever em local visível para JAMAIS ESQUECER seus sonhos, metas, aspirações, expectativas e propósitos (muitos desconsideram a necessidade de estudar por não saber que a possibilidade de incremento da sua remuneração aumenta na proporção do seu nível de escolaridade e, claro, da sua qualificação profissional); e

– Desenvolver as suas habilidades cognitivas, aquelas usadas ​​para aprender, compreender e integrar as informações de maneira significativa, ou seja, quando a informação é, de fato, entendida e assimilada, não apenas memorizada. No mundo do trabalho normalmente são empregadas para resolver problemas e aprender novas habilidades e informações.

Você, deseja desenvolver habilidades comportamentais para aprimorar a gestão e mobilizar sua equipe para o alcance de metas?A Cia Brasileira de Coaching está com uma nova turma para o workshop de Liderança e autogestão a ser realizado no período de27 a 28/08/2019, das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

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Lidando com a perda e a frustração de forma inteligente

Reconhecer as nossas emoções básicas e aprender a lidar de maneira inteligente com cada uma delas, evitando as emoções negativas é um grande desafio, e, acredite, isso em algum momento irá salvar a sua vida. Então, compreenda que todos temos emoções básicas, que nos acompanham desde a concepção, outras são socialmente aprendidas e outras descobertas através das nossas experiências cotidianas.

As emoções básicas que nascem com a gente desde a fecundação, são: A alegria, a tristeza, a raiva, o medo e o afeto, normalmente, pergunto em algumas palestras: “Qual delas é a melhor de experimentar“, e normalmente a resposta vem carregada de convicção por 99,9% dos presentes de norte a sul do Brasil: “- A alegria!”. Pois é, é o que todos queremos, mas o que seria da nossa vida se tudo fosse só alegria? Você já parou para pensar nisso? Certamente as pessoas não se importariam tanto com as outras, seriam muito mais egoístas, egocêntricas e segregarias. Perceba que uma pessoa “muito alegre”, pode, em algum momento, passar do ponto e tornar-se inconveniente com risos e piadas fora de hora, eu mesmo não escapo, algumas das minhas piores apresentações, eu estava tomado de súbita alegria. Portanto, ela é boa sim, mas devemos dosar e compreender a importância das demais.

Uma segunda pergunta que eu normalmente faço: “Dessas, quais são as piores emoções para se sentir?” E novamente, lá vem as respostas repletas de convicção: A raiva e a tristeza!

Pois bem, vamos analisar a função de cada uma delas: Você consegue imaginar um atleta olímpico ou um time de futebol entrando em campo sem um pouquinho sequer de raiva? Provavelmente vai aceitar as investidas do oponente, se acomodar e ganhar ou perder passa a ser uma mera consequência do acaso, certo? Portanto, a energia da raiva, quando adequadamente canalizada pode construir prodígios, por que o leva a se superar e construir coisas incríveis para si e para os demais, pois ela se converte em gana, força de vontade, foco, raça, disposição de vencer.  

A tristeza, ninguém gosta de sentir, mas é ela a emoção que mais lhe  aproxima da nobre condição de Ser Humano, pois a frustração o obriga a aprender a lidar com a perda e com o sofrimento de forma equilibrada e o torna mais sensível em relação a humanidade dando um sentido maior a vida, pois só quem passa por dificuldades, não importa quais sejam, físicas, materiais, financeiras ou emocionais, o tornam mais atento aos demais podendo contribuir para um mundo melhor, com mais respeito, tolerância e aceitação incondicional.

Pessoas que nunca experimentaram sentimentos de perda ou frustração não conseguem lidar com isso de forma madura e acabam agindo impulsivamente podendo comprometer toda a sua vida e a de outras pessoas. Ah, então você está duvidando? Certo, veja aí nos noticiários dos últimos dias quantos casos de feminicídio têm ocorrido e suas causas: Quase todos porque o “cara” não aceitava o fim do relacionamento! Isso é maturidade?

Se ele tivesse “curtido” mais uma fossa na infância, aprendesse a lidar melhor com as perdas, aí entra um pouco da responsabilidade dos pais que, para não ver o pimpolho tristinho, dá tudo o que ele quer e não apenas o que ele precisa, então fica aqui o meu apelo: Senhores pais, pelo amor de Deus, permitam que seus filhos experimentem sentimentos de perda e frustração pelo bem da humanidade! Entendam que frustração não mata, a falta dela sim! Ela é boa, saudável e, inclusive recomendável, segundo grandes educadores como: Vygotsky, Jean Piaget e Paulo Freire. Se tristeza fosse realmente ruim, não haveria tantos poetas, escritores, compositores criando obras belíssimas que tanto apreciamos hoje em dia e, ganhando milhões com direitos autorais.  

Aprenda a explorar os sentimentos de tristeza e raiva para obter melhores resultados e ser muito mais realizado e feliz. Participe do nosso workshop de Inteligência Emocional no dia 29/06/2019 (sábado), das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

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5 Razões para aprender a gerenciar as próprias emoções

Muita gente ainda não compreendeu o real sentido pelo qual deveriam, no mínimo, entender as próprias emoções para poder gerenciá-las de maneira apropriada a cada circunstância. Não falo nem em se tornar um “Buda”, ou ter “sangue de barata” em determinadas situações, mas pelo menos agir de forma mais consciente, adequada e madura é o mínimo para blindar a sua integridade física, emocional, além da sua carreira e, óbvio, proteger tudo aquilo o que você mais ama: A sua família!

Portanto, compartilho com você alguns motivos pelos quais todo mundo deveria fazer um encontro de inteligência emocional:

  1. Autoconhecimento: Sei que já me referi a esse aspecto em vários artigos que escrevi anteriormente, mas nunca é demais lembrar que, você se torna “Senhor(a)” das suas emoções à medida em que você se conhece, pois somente dessa maneira tem maior propriedade para lidar de forma mais racional e, claro, inteligente, com suas reações a determinados estímulos do ambiente.
  2. Gerenciamento das emoções: De um modo geral, me arrisco a dizer que todos querem obter melhores resultados em todos os aspectos da vida, atualmente, vejo muitos jovens dessa chamada geração “Nutella”, perdendo o controle e cometendo verdadeiras atrocidades simplesmente porque não aprenderam a lidar adequadamente com suas frustrações, com isso têm grandes dificuldades em assumirem as responsabilidades pelo que ocorre em consequência de suas atitudes (ou pela falta delas). Desse modo, se vê jovens profissionais desajustados apresentando comportamento profissional negligente ou mesmo, violento (Como se tem visto ultimamente em muitas escolas) e querendo, a todo custo, obter melhores resultados na vida pessoal e profissional, depois não entende o porquê das coisas parecerem funcionar bem para todo mundo menos para si.
  3. Aprender a lidar com as incertezas, com o medo e com a insegurança é um outro aspecto importante quando se aprende a lidar com os sentimentos de forma mais sensata, uma vez que encarar a incerteza é como entrar em um ambiente desconhecido, totalmente no escuro, no qual as pessoas vão tateando, em passos curtos e, como não poderia deixar de ser, com uma enorme descarga de adrenalina, elevando os batimentos cardíacos à quinta potência, por não saber o que poderá encontrar a qualquer instante. Essa é uma defesa do organismo que assegura a nossa sobrevivência em situações de perigo iminente. Nunca é demais lembrar que, adrenalina em pequenas doses é saudável e até desejável, o risco é quando passa a ser constante gerando um nível de stress dando a sensação de estar carregando uma ogiva prestes a explodir colocando em risco as nossas relações profissionais, sociais e familiares.
  4. Reconhecer o seu conjunto de crenças que foram sendo desenvolvidas ao longo de toda a sua existência. Essas crenças podem ser limitantes ou potencializadoras dependendo da forma e como lida com elas nos diferentes cenários aos quais estamos expostos. O fato é que, quando as reconhecemos, temos maior possibilidade de mantê-las sob controle focando em nossas potencialidades e minimizando as crenças limitantes, do tipo: eu não posso, eu não consigo, eu não sou capaz.
  5. Compreender e lidar melhor com a ansiedade, que como se sabe, não tem cura, portanto, dependendo do nível de gravidade, aprendemos a lidar com ela de maneira apropriada estabelecendo maior autocontrole e agindo de forma mais eficaz elevando o seu nível de autoconfiança.

Você quer se dar bem no trabalho? Deseja ser promovido, ganhar o respeito e a confiança das pessoas? Blindar a sua família? Garantir maior estabilidade profissional e financeira? Então esse workshop é para você.  A Cia Brasileira de Coaching está com um novo workshop de Inteligência Emocional no dia 29/06/2019 (sábado), das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

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Empregabilidade ou trabalhabilidade? Não importa, saiba como se manter no mercado

Empregabilidade e trabalhabilidade têm a mesma essência, é a capacidade do indivíduo se manter produtivo num mercado altamente competitivo, a questão é que enquanto a primeira trata do indivíduo em se manter formalmente empregável a segunda expressão diz respeito à capacidade de produzir o seu próprio sustento sem necessariamente precisar de um emprego, o que, é uma tendência cada vez mais presente no mercado, sobretudo no brasileiro, onde muitas pessoas desistiram de procurar um emprego formal, o chamado desalento, vindo assim, a desenvolver formas de sustento alternativos e com resultados surpreendentes. São cerca de 1,27 milhões de brasileiros qualificados que desistiram de procurar emprego formal, o correspondente a 35% de trabalhadores com maior formação segundo dados do IBGE em artigo publicado no site infomoney.

No entanto, neste mesmo cenário, seja nas funções mais simples até as mais complexas, pense em quantas pessoas estão se sentindo perdidas profissionalmente? Daí a importância do autoconhecimento, da autoliderança e autogestão, para compreender qual a contribuição que cada um pode proporcionar para as pessoas, para a comunidade, para o mundo através do seu trabalho.

Paradoxalmente, muita gente ainda alimenta uma falsa expectativa de uma alta remuneração por ter um diploma superior ou uma pós-graduação, gravíssimo engano “my friend”, não é por ter um curso superior ou uma pós que você merece ganhar mais, pelo contrário, é cada vez mais pelos resultados que você é capaz de entregar. Portanto, prepare-se! Como? Segue aí algumas sugestões:

  • Aprenda o máximo que puder enquanto estuda, elimine aquela doce frase do “quem não cola não sai da escola…” essa é a maior furada para não ter nem um emprego nem um trabalho na sua profissão. Portanto, se você é estudante e usa essa frase como uma máxima que norteia a sua vida acadêmica, vá aprendendo a varrer e a capinar, são atividades dignas também e um dia essas habilidades poderão ser necessárias.
  • Não seja um mero acumulador de certificados, mas faça constantemente cursos de aprimoramento que agreguem, de fato, valor à sua atividade profissional;
  • Entenda que currículo bonito não assegura uma carreira bem-sucedida, é aquela velha estória do “ah, se o meu currículo falasse…” iria para entrevista no seu lugar, não e mesmo?
  • Aproveite cada oportunidade para extrair o máximo de aprendizado, isso garantirá a médio e longo prazos, uma soma de experiências válidas, que em algum momento lhe assegurarão autoridade naquilo que faz;
  • Em um mercado onde todos lutam por um lugar ao sol, tenha o básico como diferencial competitivo: Simpatia, respeito, cordialidade, pontualidade, postura e princípios éticos são só algumas das várias qualidades “básicas” que o colocarão em destaque no mercado.

Certa vez uma profissional pontuou a necessidade de mudar uma determinada situação em sua vida profissional, tinha a certeza absoluta de que precisava muito dessa mudança, mas também, não conseguia definir o que queria exatamente, o que realmente gostava, o fato é que já não estava feliz no trabalho, mas também não sabia o que gostava de fazer. Nesse caso especificamente, não tive como não recordar uma mãe angustiada durante uma formação que eu conduzia na cidade de Curitiba, que queria saber como poderia utilizar o coaching para convencer o filho, que queria ser skatista, a cursar Direito. Na minha humilde concepção, esse é o princípio de muitos transtornos emocionais como depressão e ansiedade, durante a vida profissional, pois muitas pessoas escolhem a profissão para agradar os pais ou porque dá mais dinheiro, mas a longo prazo causam frustração, tristeza e desânimo levando muitas pessoas a sofrerem uma patologia clínica já considerada o mal do século no meio corporativo: O “burnout”. E só para constar, o coaching não tem como propósito induzir as pessoas a tomarem uma decisão, mas simplesmente apoiá-las em suas próprias escolhas.

Portanto, encontre algo que você goste de fazer e se dedique o máximo que puder, lembre-se que você pode perfeitamente inverter a ordem, primeiro fazendo o que dá dinheiro, mesmo que não goste, a princípio, mas pergunte-se: “Quando vou começar a viver?” Já pensou o drama de fazer as mesmas coisas todos os dias sem saber o seu real propósito? Então, abrir um negócio ou exercer um trabalho só pelo dinheiro é um passo para o fracasso e para a frustração pessoal. De qualquer forma, a ordem é: “Seja feliz com as suas escolhas!”.

E você sabe qual o seu propósito? Quer descobrir, desenvolver ou aprimorar? A Cia Brasileira de Coaching está com uma nova turma de líder coaching e autogestão no período de 23 e 24/04/2019 em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

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Emoções sabotadoras: reconheça e previna antes que seja tarde demais

Você sabia que muitas vezes perdemos uma “batalha” para as nossas próprias emoções que moldam o nosso comportamento? Pois é, isso acontece porque não fomos educados para saber lidar com elas de maneira equilibrada. Desse modo, quando algo não acontece como gostaríamos, muitas vezes manifestamos atitudes infantis e imaturas diante dos acontecimentos e, infelizmente, só nos damos conta alguns (muitos) anos depois, quando já não é mais possível voltar no tempo para desfazer a “burrada”.

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A importância da inteligência emocional no trabalho

“Eu estava prestes a ser promovida, agora estou correndo o risco de ser demitida, tudo por causa  de um assédio moral que sofri no ambiente de trabalho, registrei o caso no RH da Empresa, na visão do meu diretor, eu deveria ter jogo de cintura, mas eu sinto que não tenho inteligência emocional suficiente para lidar com situações adversas, muito menos quando são deveras abusivas, mas sei que preciso ter sangue frio e aprender a lidar com essas situações pelo meu bem, dos meus filhos e da minha família, cansei de perder para mim mesma”.

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A prática de coaching: crime ou profissão?

Está tramitando no Senado Federal um projeto de lei que regulamenta a profissão de coaching. Mas, alguns setores da imprensa publicaram matérias sensacionalistas com o título: “O coaching pode virar crime no Brasil”.

Assim, alguns desavisados, lêem o título e disseminam estórias infundadas e estapafúrdias acerca da profissão, que, como em qualquer outra, tem os seus bons e maus profissionais.

Pois bem, vamos então tratar do tema de maneira esclarecedora e responsável.

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Coaching e outras modalidades de atendimento

No ano de 2011, o coaching ainda era bem desconhecido e estava aparecendo como uma novidade no Brasil, ganhando cada vez mais adeptos. Eu cruzava os céus do país à bordo das aeronaves, para formar coaches, cada dia em uma cidade diferente, eram tantos os voos, que alguns tripulantes já até me conheciam: “– Opa, Sr. Nelson, tudo bem? Qual é a cidade da vez?”.

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