Muitas vezes as pessoas deixam de aproveitar um êxito ou fazer o que de fato desejam, por acreditar que se não estão como seus pares, estão errados, não estão fazendo o que é certo.

Quando se trata de carreira nunca se deve parametrizar no que é melhor para o outro.

Mesmo que este outro seja seu coach, a régua dele não é a sua. Ele, como o próprio nome diz, é seu treinador, ou seja, a atuação durante o jogo é somente sua. O coach dá a direção, mas quem decide o melhor a fazer, é aquele que está atuante durante a jogada.

Ter como régua para atingimento do seu sucesso profissional o que é ideal para o outro, é não protagonizar a própria vida. O que permeia as escolhas de cada um, os gostos pessoais, e deve parametrizar o futuro desse alguém é a sua própria história, e de mais ninguém.

Por diversas vezes, durante a jornada profissional, muitas pessoas optam por um caminho que nem sempre as satisfaz por completo, pois focam no que foi bom para a maioria, e não para si e no seu desejo mais íntimo.

Conceitos como sucesso, satisfação e realização profissional são subjetivos, ou seja, dizem respeito à verdade e história de cada um. Por essa razão deve ser considerada a vontade individual na hora da escolha profissional, seja para início ou mudança de carreira.

Os bons exemplos servirão, como o próprio nome diz, de exemplo. Aqueles que trilharam caminhos antes de você deixaram um legado de como e por onde ir, mas o target profissional pode (e deve, se esse for o desejo) outro.

Não é a questão de não ter exemplos a seguir, até porque aquela máxima, de que somos a média das cinco pessoas com quem nos relacionamos, é muito verdadeira. Mas como tudo na vida, a responsabilidade da felicidade profissional também é individual. Assim, ser feliz numa determinada carreira, realizar o desejo de seguir um rumo profissional é responsabilidade unicamente daquele que o fará.

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