Melhore a comunicação antes que ela coloque tudo a perder

É, parece que não, mas a comunicação exerce uma grande influência no comportamento das pessoas que impactam diretamente na performance individual, parece simples, mas trata-se de um aspecto que requer um grande cuidado, pois dependendo da maneira como é recebida, pode elevar ou baixar o moral da equipe afetando significativamente os seus resultados.

Há alguns anos era muito comum ouvir um gerente usar uma linguagem e um mesmo tom de voz para todo mundo e esperar que o impacto dessa comunicação fosse um só para cada pessoa da equipe e ainda concluía dizendo: “…porque eu sou assim, quem quiser ficar que se adapte, do contrário a porta da rua é a serventia da casa”, ou ainda, “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, confesso que ainda cheguei a ouvir isso no início da minha carreira.

Tratar a equipe dessa forma, sem considerar o indivíduo, é como acreditar num comportamento-padrão, como se todos ali tivessem saído de uma linha de produção e hoje está mais do que claro que cada pessoa é única, indivisível e, portanto, reage diferente em relação aos diversos estímulos aos quais são impelidas. Daí a importância de prestar atenção não apenas nas palavras, mas nos gestos, tom de voz, expressão facial, postura e atitudes. Tudo conta!

Isso significa que algumas pessoas reagem muito bem à pressão e a palavras mais duras, outros, porém, podem se desestabilizar emocionalmente e ao invés de responderem adequadamente, podem até sabotar o projeto, comprometendo assim, os resultados. Desse modo, para todos os efeitos, comunique sempre com o foco no positivo, jamais no negativo, isso não quer dizer, que necessariamente você esteja disposto e feliz o tempo inteiro, mas é possível considerar aspectos a serem melhorados usando uma linguagem motivadora, por exemplo:

Ao invés de dizer “- nossa, esse setor está uma bagunça”, pode afirmar que a galera trabalha tanto que merece um lugar melhor. O que pode ser feito para ter um ambiente mais organizado?

Do mesmo modo, substitua a expressão “- deixe de ser preguiçoso” por “- eu confio em você para fazer isso até às 17h”. Evite afirmar “- Tá complicado”, mas pelo contrário, utilize: “Você pode! Já fez coisas mais difíceis antes”.

Troque o “- Eu já te expliquei isso várias vezes” por “- Deixa eu pensar em uma maneira melhor de te orientar sobre esse assunto”. Da mesma forma que algumas outras palavras e expressões devem ser evitadas, como:

– A palavra “não”, pois o cérebro não a reconhece como uma experiência podendo interpretar o contrário, desse modo, diga o que quer e não o que não quer.

– Substitua a conjunção adversativa “mas” pela uma conjunção aditiva “e”, já que tem a ideia de soma, adição, logo, é positiva, ao passo que o “mas”, diminui, elimina, subtrai tudo o que foi dito anteriormente podendo levar o indivíduo a distorcer todo o sentido da sua comunicação.

– Evite usar a palavra “tentar”, pois ela pressupõe a falta de emprenho e dedicação para realizar algo. Não tente, FAÇA!

– Troque a palavra “se”, por “quando”, a primeira pressupõe uma condição necessária para fazer algo: “Se eu conseguir …”, já a segunda nos remete a concretização, restando saber a data “Quando eu conseguir …”, ou seja, a pessoa está trabalhando hoje para colher o resultado em um espaço de tempo.

– Exercite o cérebro para focar na certeza e não na dúvida, ou seja, ao invés de afirmar: “eu espero que…”, declare: “Eu sei que eu vou aprender”, “Eu consigo!”.  

Quer melhorar a sua comunicação para extrair o melhor rendimento da sua equipe? Então venha com a gente desenvolver essas e outras habilidades de comunicação para aprimorar a gestão e mobilizar sua equipe para o alcance de metas. A Cia Brasileira de Coaching está com uma nova turma para o workshop de Liderança e autogestão a ser realizado no período de 27 a 28/08/2019, das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

Caixa de texto: Nelson Vieira, é Presidente e Master Coach Trainer da Cia. Brasileira de Coaching Certified Advanced Master Coach Sênior pela Graduate School of Master Coaches (EUA/UK/Austrália)
www.cibracoaching.com.br

Gostou do tema? Tem alguma dúvida ou quer  que eu escreva sobre algum assunto em especial? Envie sua opinião para o whatsapp (011) 99546 8145 ou mande um e-mail para nelsonvieira@cibracoaching.com.br  você poderá fazer parte do nossa próxima edição.

Você tem visão de futuro?

Creio que todos nós paramos em algum momento para refletir sobre nossas jornadas. Sobre decisões que foram tomadas ao longo da vida e o porquê muitas decisões deram certo e outras não. O que aconteceu? Que fatores externos cooperaram para isso? Onde eu errei?

É lógico que muitos fatores externos compreendem como sendo parte do conjunto e, às vezes, modificam o caminho a ser percorrido. Portanto, a reflexão que quero fazer é: o que você fez para evitar as influências dos fatores externos na sua vida?

Acontece que o imprevisto, ou melhor, há uma situação que não foi compreendida a tempo. Muitas vezes, cedemos à vontade de crer que existem fatores externos que fogem do nosso domínio. É mais fácil acreditar nisso como uma verdade do que entender que nossas ações diante as circunstâncias fazem toda a diferença.

A ação é um modo organizado e coeso de refletir, experimentar e principalmente de reagirmos em relação aos eventos ocorridos em nosso caminhar.

Existe uma série de ferramentas para nos ajudar na tomada de decisão, como por exemplo, as utilizadas pelo coach. Esse é um profissional que pode te amparar muito, pois ele vai te apoiar focando em um processo bem estruturado que guia as pessoas a alcançarem metas na vida pessoal e profissional.

O primeiro passo no caminho é ter visão de futuro, é saber onde desejamos ir.

Quando nossa visão é curta e refletimos exclusivamente no hoje, estamos inconscientemente “apertando o piloto automático” e deixando que as coisas sigam seu próprio rumo. Deixamos de comandar as nossas próprias vidas.

Visão de futuro são imagens mentais que nos guiam para agir e tornar nossos sonhos realidade, e é ela que nos dá direção e que pode criar sentido na vida.
Quando somos imediatistas damos demasiada importância ao que está mais próximo no tempo, que vive literalmente o “carpe diem“, é, de certa forma, sermos insensatos, pois acabamos sofrendo de uma “miopia temporal”. Percebemos que o futuro chega e cobra seu preço pelo passado e sem planejamento prévio.

Por outro lado, existem aquelas pessoas que adiam tanto seu agora que vivem um enorme vazio, e desperdiçam as oportunidades com o excesso de atenção pelo amanhã. Desprezam toda e qualquer ação hoje e desenham em exagero o amanhã.

Quer um exemplo disso? Quando falamos que iniciaremos um novo projeto na próxima semana estamos inconscientemente nos privando de nossa visão de futuro – precisamos dispor de mais tempo, porque um projeto novo exige maior dedicação. Uma vez poupada à decisão de obter visão de futuro e de iniciar o novo projeto hoje, resolvemos então desfrutar de um prazer breve e imediato – exemplo: sair para um café com as amigas ou visitar um parente, fazendo com que a sensação de bem-estar – liberdade, faça uma poupança, ou seja, armazenamos os “juros” na forma de liberdade – ganhando mais tempo. Estamos adiantando o prazer imediato para pagarmos os juros lá na frente – representados pelo excesso de trabalho.

Já quando nos privamos das horas livre e decidimos iniciar o novo projeto hoje, sem postergar nossa decisão e sendo fiéis a nossa visão de futuro – ser bem sucedido, realizado, reconhecido; percebemos que teremos um futuro proveitoso, garantido e em menor tempo. Privamo-nos no presente para colher o prazer – sucesso lá na frente.

Sendo assim, devemos pesar o prazer hoje ou o prazer no futuro? Essa decisão também depende da ação de cada pessoa.

Reflexão: 
Necessitamos buscar a satisfação imediata? 
Ter ou fazer hoje o que desejamos a qualquer preço?
Qual é o meu propósito? 
Onde quero chegar? 
Que herança quero deixar nesta vida? 

Sem abranger, aqui estamos nós igualmente sendo aventurados a tomar infinitas decisões todos os dias.

Acreditamos realmente que nós somos os únicos responsáveis pela realização do nosso futuro? Combatemos à vontade de inventar uma desculpa para nossos erros e fracassos? O que nos leva a tomar a decisão certa entre o agora ou o futuro? Eu digo que: sua visão de futuro, seu ideal e sua ação.

Agora é com você! Arregace as mangas e não deixe para amanhã, visualize o seu futuro e planeje sua vida com determinação. O que você quer e como pretende chegar lá. Seu futuro depende principalmente de você!

…………………

Sobre a autora:

Lane Lucena, psicanalista clínica, pós-graduada em comportamento organizacional e gestão de pessoas. Pós-graduanda em TEA – Transtorno do Espectro Autista. Especializações em psicopedagogia clínica e psicologia e saúde mental. Idealizadora do Viva Sua Essência e do Psiqueanalise.com. Pesquisadora da Escrita como recurso terapêutico e Facilitadora de Práticas de Atenção Plena. Criadora da Metodologia “Flor&Ser – florescendo a escrita expressiva” – um recurso que utiliza a escrita terapêutica.



Cuidado: Você pode estar assinando um atestado de incompetência e nem sabe

O diálogo abaixo travado entre um diretor e um gerente de departamento aconteceu há algum tempo, mas é incrível como o tempo passa, as relações mudam, novas gerações aparecem, mas o velho hábito continua bem presente nos dias atuais:

Diretor – G., por favor, oriente as pessoas do seu departamento a seguirem o fluxo de trabalho cumprindo os procedimentos e respeitando todos os itens do check list.

G. – Pow diretor, não tem como fazer isso, meu nível de operação é muito elevado. Já é demais conseguir que façam, apesar dos erros de operação, tudo acontece muito rápido, não dá tempo de ficar seguindo procedimento padrão.

O diretor então passa o mesmo comando para o gestor de outro departamento, que apesar do alto volume de informações, executa e, atende aos prazos especificados, bem como grande parte dos indicadores de performance, apresentando um bom índice de produtividade. Ao levar ao conhecimento do gerente G. os resultados do seu colega de empresa, o mesmo argumentava:

– Ah, no setor dele não tem tanta demanda como no meu;

– Lá o trabalho não é tão complexo quanto no meu;

– Ele tem mais pessoas pra executar a tarefa, eu estou com o meu quadro desfalcado, preciso contratar pelo menos mais umas três pessoas;

– Para ele é mais simples porque ele não faz nem um terço do que eu faço;

– Ele tem um aparato tecnológico melhor do que o meu.

Enfim, depois de ouvir toda a linha de argumentação do G., o diretor resolveu fazer um rodízio entre os mesmos por um período de tempo. Conclusão:

O departamento do G. passou a apresentar melhores resultados, respeitando os padrões, normas, check lists e atendendo a todos os indicadores ao passo que o outro ficou todo bagunçado, deixou de atender aos requisitos que antes atendia e a equipe se apresentava mais acomodada, desmotivada. O que houve? (sem comentários, não é mesmo?)

Pois bem, você se depara frequentemente com desculpas para justificar os maus resultados, seus ou de terceiros? É daquelas pessoas para as quais sempre está faltando algo para fazer o que precisa ser feito? Nenhum recurso é suficiente o bastante para atender a demanda que se apresenta?

Então abra o seu olho caro(a), o seu foco e atenção podem estar sendo desviados para outras questões e atividades menos importantes, e quando você pensa que com suas desculpas vai comover os seus superiores, o máximo que conseguirá é atrair a atenção dos mesmos para você (pessoa), não de forma positiva, claro! Raciocine: Como o outro consegue realizar no seu departamento e você não? E como se não bastasse, ainda vai bagunçar o que está funcionando bem no outro departamento? Parabéns, você acabou de assinar um atestado de incompetência!

Se você vive ou presencia alguma situação parecida com a do G., aceite uma dica: Procure programas de treinamento, um acompanhamento de coaching, uma mentoria, ou, pelo menos tenha a humildade para aprender o que você não sabe com o colega, entenda que é mais digno admitir que precisa se preparar melhor do que inventar mil desculpas para justificar o injustificável jogando todo o seu histórico (se é que realmente já teve um) no lixo.

Ah, e só para lembrar, entenda de uma vez por todas que empresa não é mãe e que sua carreira depende 100% de você, portanto, cabe somente a você cuidar bem dela procurando cursos para melhorar suas habilidades profissionais e desenvolvimento de liderança e autogestão (em todos os níveis da organização).  

Assuma o controle da sua carreira, vire o jogo, venha desenvolver habilidades comportamentais para aprimorar a gestão e mobilizar sua equipe para o alcance de metas. A Cia Brasileira de Coaching está com uma nova turma para o workshop de Liderança e autogestão a ser realizado no período de 27 a 28/08/2019, das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

Caixa de texto: Nelson Vieira, é Presidente e Master Coach Trainer da Cia. Brasileira de Coaching Certified Advanced Master Coach Sênior pela Graduate School of Master Coaches (EUA/UK/Austrália)
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O que te motiva?

Eu não sei se você sabe o quão importante é saber essa resposta.

Motivação: é o motivo de agir, é ter clareza sobre isso. A motivação promove milagres, faz possível o impossível. Vem de valores, daqueles assuntos mais importantes para você. A satisfação de avançar um pouco mais na vida não tem preço. Lembre-se sempre de que a direção é mais importante do que a velocidade. Estar consciente da sua motivação é o que o sustenta na caminhada, é o que o impede de desistir. Somente com clareza você conseguirá tomar uma atitude de forma coerente rumo a sua felicidade. Nunca é tarde para recomeçar. Nunca é tarde para reencontrar suas paixões, seus sonhos ou fazer algo que sempre teve vontade. Prepare-se aos poucos, caminhe com alegria porque sorte, sorte mesmo é quando a preparação encontra a oportunidade. O caminho não é certo, linear, é justamente ao contrário, é cheio de idas e voltas, desvios, renúncias e recomeços de quantas vezes for preciso. O que realmente importa é quem você se torna enquanto busca por sua felicidade, são as experiências que acumula e os aprendizados adquiridos. Arrisque-se, ouse, desafie-se. No final da vida nós só nos arrependemos daquilo que abandonamos. Quer uma dica? Não perca de vista as suas paixões! A motivação é algo interno e acima de tudo autoconhecimento, encontre na sua essência o que de fato o motiva. E como dizia
Dostoiévski: “O segredo da existência humana consiste em não somente viver, mas ainda encontrar o motivo para viver”. E você já encontrou sua motivação?

Porque devemos redobrar a atenção com a galera do nem-nem

Segundo dados do ipea-Brasil, 23% dos jovens brasileiros, ou seja, dois em cada 10 jovens não trabalham e nem estudam, é um dado aparentemente sob controle porque por enquanto a população economicamente ativa é maior que a população dependente, formada pelas crianças e idosos, no entanto, a médio prazo, esse quadro pode comprometer a economia do país, porque  essa geração que hoje está no ápice da idade (im)produtiva, pode entrar para as estatísticas dos dependentes e, embora não seja nenhuma afirmativa, bem longe disso, é uma possibilidade que deve ser considerada já que todos os dias coisas nos acontecem.

No estado do Pará, esses números se agravam, segundo pesquisa realizada por amostra de domicílios do IBGE, quase 57% dos jovens de 15 e 29 anos de idade não estavam estudando e nem trabalhando no ano de 2018, um incremento de 33,1% em apenas dois anos, se considerarmos que em 2016 eram 23,7% da galera nem-nem. Muitos desses jovens geralmente não estudam porque não têm emprego e não trabalham, por sua vez, justamente porque não têm a devida qualificação, criando assim, um círculo vicioso.

Importante compreender que eles não necessariamente são desocupados, muitos trabalham no mercado informal porque precisam sustentar a casa, com flexibilidade de horário para cuidar dos filhos ou dos idosos e assim, vivem com um orçamento apertado e com dificuldades de se qualificar. No entanto, os que mais preocupam mesmo, são aqueles que não querem nada com nada, os nem-nem-nem!

Essa é uma questão que requer um olhar mais atento das três pontas: O setor público, o privado e da vontade e iniciativa dos próprios jovens. No caso das políticas públicas, é importante considerar alguns aspectos, como:

– Oferecer uma educação de qualidade eliminando esse abismo existente entre o conteúdo acadêmico e a realidade;

– Transporte público subsidiado para pessoas de baixa renda;

– Promover esforços para reduzir os índices de gravidez na adolescência, que segundo a OMS, está acima da média latino-americana com 68,4 partos para cada mil meninas com idades entre 15 e 19 anos;

– Construir novas creches para atender essa demanda;

– Políticas de saúde pública para tratar: saúde mental, traumas e depressão;

– Criar uma disciplina que eduque os jovens para viver essa transição da escola para o mercado.

– Disponibilizar treinamento de qualificação que vise desenvolver, orientar e informar os jovens sobre trabalho e carreira;

O setor privado pode contribuir aderindo aos programas de jovem aprendiz e auxiliando-os no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, que envolvem: a autoconfiança, a liderança e o trabalho em equipe.

Quanto aos jovens:

– Ter maior consciência de seu papel social e das suas potencialidades e talentos;

– Procurar desenvolver cada vez mais conhecimento sobre o mercado;

– Escrever em local visível para JAMAIS ESQUECER seus sonhos, metas, aspirações, expectativas e propósitos (muitos desconsideram a necessidade de estudar por não saber que a possibilidade de incremento da sua remuneração aumenta na proporção do seu nível de escolaridade e, claro, da sua qualificação profissional); e

– Desenvolver as suas habilidades cognitivas, aquelas usadas ​​para aprender, compreender e integrar as informações de maneira significativa, ou seja, quando a informação é, de fato, entendida e assimilada, não apenas memorizada. No mundo do trabalho normalmente são empregadas para resolver problemas e aprender novas habilidades e informações.

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Feedback Sanduíche aplicando PNL – Programação Neuro Linguística

Descubra como a técnica de Feedback Sanduíche pode gerar resultados incríveis na gestão de pessoas e alavancar resultados

O poder da comunicação assertiva

Por Andressa Akemi

Dar e receber feedbacks é uma habilidade extremamente importante na construção de uma comunicação assertiva, portanto falar sobre a melhor maneira de como fazer um feedback de forma efetiva e positiva é o objetivo de hoje.

Sabemos que um dos maiores desafios das pessoas é a comunicação interna e externa, e sabemos que existem algumas técnicas que podem ser aplicadas nesse momento.

Uma das técnicas mais conhecidas é a Feedback Sanduíche, ela é amplamente utilizada por gestores dos mais diversos segmentos por trazer resultados efetivos.

Como funciona o Feedback Sanduíche?

O sanduíche é formado por um pão, o recheio e outro pão em cima, certo?
O Feedback Sanduíche tem seu nome inspirado de fato em um sanduíche.

Por isso, a ideia dessa técnica de feedback também é dividida em três partes, vamos explicar cada uma com um exemplo.

Primeiro passo: o pão

Observando as necessidades humanas e também os pressupostos da PNL, podemos dizer que todo ser humano “tem uma intenção positiva”. Tudo o que faz ou deixa de fazer passa por essa questão. Sempre existe uma intenção positiva, até mesmo quando a ação ou comportamento não são aqueles que se esperava.

Partindo dessa visão, todos os seres humanos estão constantemente buscando “acertar”, fazer as coisas positivas, e com certeza, cada colaborador tem essa intenção e suas qualidades que o fazem estar na sua equipe.

Assim, a primeira etapa do Feedback Sanduíche é destacar os pontos positivos. É natural que ao receber um feedback a pessoa se sinta pressionada, na reatividade, ou fechada para receber o feedback. Começar a conversa de uma forma positiva, ressaltando características e comportamentos positivos, pode tirar a pessoa que está recebendo o feedback do modo reação e coloca-la no modo compreensão.

É importante que esses pontos positivos estejam relacionados com as atitudes ou características que ajudam no processo da empresa. Sempre voltado para ações concretas, resultados atingidos, fazendo com que a pessoa reconheça que o feedback não é uma ameaça, e sim uma oportunidade de melhoria.

Imagine, por exemplo, que você precisa dar um feedback para uma colaboradora que é vendedora e muito desorganizada.

Você pode começar falando:

Ana, você é um ótima vendedora, parabéns por ter batido a sua meta dessa semana!

Ou pode também ser focado para o comportamento:

Ana, o jeito que você é proativa faz com que todos da sua equipe também se empenhem para isso.

O mais importante é que o seu elogio seja sincero, específico e bem descritivo, assim a pessoa que está recebendo o feedback percebe que você está focando e percebendo resultados positivos, sente-se valorizado por aquele comentário e torna-se mais receptivo para a conversa. Sinceramente, é horrível quando alguém vem com um feedback negativo logo de início de conversa, não é mesmo? Talvez você já tenha passado por isso.

Segundo passo: o recheio

Como em um sanduíche, a parte do recheio, é a parte onde você deve focar e gerar mudanças de comportamento e resultados no outro. Depois de elogiar de forma sincera, é hora de apresentar os pontos que precisam ser melhorados.

Evite iniciar essa parte com expressões como: mas ou porém. Elas podem fazer com que a pessoa que esteja recebendo o feedback sinta que o seu elogio não foi sincero.

Além disso, foque em falar sobre o comportamento ou o resultado e não sobre a pessoa. Ou seja, é o que aconteceu, e não sobre quem a pessoa É. Comportamentos e ações podem e devem ser ajustados constantemente, e quando compreendemos que a mentalidade pode estar em crescimento e mudanças, nos permitimos melhorias e mudanças.

Por exemplo: em vez de falar que uma pessoa é desorganizada, fale que ela poderia melhorar a forma na qual ela organiza a sua carteira de clientes (foque no comportamento e não rotule a pessoa)

Seja objetivo e específico, sem ser rude. Traga fatos concretos para que a pessoa assimile o seu feedback.

Então, na segunda etapa do Feedback Sanduíche, ele estaria estruturado assim:

Ana, você é uma ótima vendedor, parabéns por ter batido a sua meta dessa semana! Tenho observado que durante toda a semana passada você chegou um pouco atrasada. Está acontecendo alguma coisa que eu possa ajudar?

Note que você expôs o problema e, mais do que isso, se mostrou disposto a ajudar a contornar a situação. Esteja aberto para encontrar soluções e não focado no problema em si.

Mas, nem todos os feedbacks serão tão fáceis de serem explicados como o nosso exemplo.

Pode ser, inclusive, que em algum momento a pessoa que esteja recebendo o interrompa para responder ou questionar algo.

Uma dica para essa situação é fazer um acordo: pedir para a pessoa deixar que você fale tudo e depois você também a ouvirá sem interrompê-la.

Quando chegar a sua vez de ouvir, não interrompa e escute com atenção. Essa é uma das grandes habilidades ao se dar um feedback. Você não precisa aceitar as desculpinhas, ou julgamentos, vitimização da outra pessoa. Você pode utilizar perguntas e intervir de forma estratégica para que a pessoa encontre soluções e não justificativas. Leia mais sobre “Perguntas Poderosas que geram mudanças”.

Caso precise, faça anotações para responder ou deixar claro alguma visão que possa estar deturpada. Faça com que a pessoa perceba a auto responsabilidade sobre seus atos e comportamentos, o impacto que isso causa na equipe ou como aquilo influencia no desempenho profissional. Mostre-se receptivo mas não conformado com a situação, pois o objetivo do feedback sanduíche é gerar melhorias na compreensão interna e externa.

Terceiro passo: o outro pão

Para finalizar o Feedback Sanduíche, você deve terminar fortalecendo as qualidades que podem ajudar com que o seu liderado chegue nos resultados que você espera. Mostrando que a pessoa tem muito a contribuir e sempre melhorar. Fortalecendo o comprometimento e a forma como é responsável por suas atitudes e comportamentos.

Lembrando-a que comportamentos podem ser aprimorados, resultados podem ser alcançados quando se decide desenvolver novas habilidades.

Veja como pode ser o desenvolvimento dessa conversa com feedback sanduíche:

Você: – Ana, você é um ótima vendedora, parabéns por ter batido a sua meta dessa semana!

Deixe a Ana falar algo, provavelmente vai agradecer ou contar como tem chego nesse resultado.

Você: – Que legal! Seu esforço tem valido a pena. Eu tenho observado que durante toda a semana passada você chegou um pouco atrasada. Está acontecendo alguma coisa que eu possa ajudar?

Escute a Ana e, se for preciso, tome as suas notas e fale novamente. Foque sempre em alternativas e formas para resolver o problema, buscando soluções e não justificativas

Não se esqueça de finalizar a conversa: – Ana, Tenho certeza que você vai conseguir contornar esse problema facilmente, você é um excelente colaboradora, está sempre preocupada com os resultados! Sei que posso contar com você!

Potencialize a sua comunicação

A comunicação assertiva depende principalmente da sua habilidade em expressar de forma clara e positiva aquilo que você pretende trabalhar de melhoria no comportamento e performance da pessoa.

Feedbacks realizados sem critérios, sem cuidado e nos momentos inadequados podem gerar problemas e situações desagradáveis entre as partes. É importante visualizar o feedback como uma ferramenta de melhoria para ajustes de comportamento e alcance das metas.

Para que o feedback funcione de verdade, alguns cuidados precisam ser tomados:

Faça-o sempre em particulas, em um lugar tranquilo, e sem interrupções.

Mostre-se receptivo para ouvir a outra pessoa, compreender como a mente dela funciona, e porque aquele comportamento está impactando nos resultados da equipe ou no seu desempenho profissional.

Além disso, dê feedback constante e não apenas como forma de corrigir algum ponto. Feedbacks positivos, acompanhamento dos indicadores e dos resultados podem tornar a comunicação muito mais eficaz e livre de ruídos (emocionais).

Quer saber mais sobre como melhorar os seus resultados e da sua equipe? Acompanhe nossos posts

Como superar a autossabotagem e as doenças corrigindo a REVERSÃO PSICOLÓGICA

Autossabotagem, procrastinação, crenças limitantes e baixa autoestima são barreiras para toda e qualquer realização pessoal. Até mesmo doenças físicas se tornam mais resistentes à cura quando a pessoa está nesse estado. Todos esses conceitos se resumem a um único fenômeno descoberto na década de oitenta pelo psicólogo clínico Roger Callahan (1925/2013), criador e desenvolvedor da TFT (Thought Field Therapy) ou Terapia do Campo do Pensamento.

Leia mais…

Lidando com a perda e a frustração de forma inteligente

Reconhecer as nossas emoções básicas e aprender a lidar de maneira inteligente com cada uma delas, evitando as emoções negativas é um grande desafio, e, acredite, isso em algum momento irá salvar a sua vida. Então, compreenda que todos temos emoções básicas, que nos acompanham desde a concepção, outras são socialmente aprendidas e outras descobertas através das nossas experiências cotidianas.

As emoções básicas que nascem com a gente desde a fecundação, são: A alegria, a tristeza, a raiva, o medo e o afeto, normalmente, pergunto em algumas palestras: “Qual delas é a melhor de experimentar“, e normalmente a resposta vem carregada de convicção por 99,9% dos presentes de norte a sul do Brasil: “- A alegria!”. Pois é, é o que todos queremos, mas o que seria da nossa vida se tudo fosse só alegria? Você já parou para pensar nisso? Certamente as pessoas não se importariam tanto com as outras, seriam muito mais egoístas, egocêntricas e segregarias. Perceba que uma pessoa “muito alegre”, pode, em algum momento, passar do ponto e tornar-se inconveniente com risos e piadas fora de hora, eu mesmo não escapo, algumas das minhas piores apresentações, eu estava tomado de súbita alegria. Portanto, ela é boa sim, mas devemos dosar e compreender a importância das demais.

Uma segunda pergunta que eu normalmente faço: “Dessas, quais são as piores emoções para se sentir?” E novamente, lá vem as respostas repletas de convicção: A raiva e a tristeza!

Pois bem, vamos analisar a função de cada uma delas: Você consegue imaginar um atleta olímpico ou um time de futebol entrando em campo sem um pouquinho sequer de raiva? Provavelmente vai aceitar as investidas do oponente, se acomodar e ganhar ou perder passa a ser uma mera consequência do acaso, certo? Portanto, a energia da raiva, quando adequadamente canalizada pode construir prodígios, por que o leva a se superar e construir coisas incríveis para si e para os demais, pois ela se converte em gana, força de vontade, foco, raça, disposição de vencer.  

A tristeza, ninguém gosta de sentir, mas é ela a emoção que mais lhe  aproxima da nobre condição de Ser Humano, pois a frustração o obriga a aprender a lidar com a perda e com o sofrimento de forma equilibrada e o torna mais sensível em relação a humanidade dando um sentido maior a vida, pois só quem passa por dificuldades, não importa quais sejam, físicas, materiais, financeiras ou emocionais, o tornam mais atento aos demais podendo contribuir para um mundo melhor, com mais respeito, tolerância e aceitação incondicional.

Pessoas que nunca experimentaram sentimentos de perda ou frustração não conseguem lidar com isso de forma madura e acabam agindo impulsivamente podendo comprometer toda a sua vida e a de outras pessoas. Ah, então você está duvidando? Certo, veja aí nos noticiários dos últimos dias quantos casos de feminicídio têm ocorrido e suas causas: Quase todos porque o “cara” não aceitava o fim do relacionamento! Isso é maturidade?

Se ele tivesse “curtido” mais uma fossa na infância, aprendesse a lidar melhor com as perdas, aí entra um pouco da responsabilidade dos pais que, para não ver o pimpolho tristinho, dá tudo o que ele quer e não apenas o que ele precisa, então fica aqui o meu apelo: Senhores pais, pelo amor de Deus, permitam que seus filhos experimentem sentimentos de perda e frustração pelo bem da humanidade! Entendam que frustração não mata, a falta dela sim! Ela é boa, saudável e, inclusive recomendável, segundo grandes educadores como: Vygotsky, Jean Piaget e Paulo Freire. Se tristeza fosse realmente ruim, não haveria tantos poetas, escritores, compositores criando obras belíssimas que tanto apreciamos hoje em dia e, ganhando milhões com direitos autorais.  

Aprenda a explorar os sentimentos de tristeza e raiva para obter melhores resultados e ser muito mais realizado e feliz. Participe do nosso workshop de Inteligência Emocional no dia 29/06/2019 (sábado), das 8h às 18h em Belém. Obtenha maiores informações através do nosso whatsapp (11) 99546 8145.

Caixa de texto: Nelson Vieira, é Presidente e Master Coach Trainer da Cia. Brasileira de Coaching Certified Advanced Master Coach Sênior pela Graduate School of Master Coaches (EUA/UK/Austrália)
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Seguir em frente é essencial !


Você é do tipo de pessoa que fica remoendo o passado? Se consome com pensamentos do tipo “E se eu tivesse feito diferente?” ou “Por que aquela pessoa fez aquilo comigo?”. Olha só, ter esse tipo de pensamento é normal, mas o problema ou seja o “perigo” é quando você vive no passado. Por causa disso você deixa de aproveitar com mais prazer e alegria o presente. Ou seja, o dia de hoje. É importante deixar as histórias vividas no passado, muitos especialistas nos auxiliam a abrir espaço no presente para viver um novo fluxo de realidade com novos sentimentos, aprendizados e conquistas. Porém muitas pessoas acreditam ser muito difícil dar este passo. Fato este que se explica porque nosso celebro registra os nossos pensamentos como uma realidade vivida no presente. Então cada pensamento que temos sobre situações passadas ele entende como se realmente estivesse acontecendo agora. Por isso, sofremos ou ficamos felizes ao relembrar de maus e bons momentos vividos. Cada vez que trazemos fatos desagradáveis à memória, ficamos imaginando formas de ter evitado e buscando uma saída. Com isso gastamos energia, nos entristecemos e esquecemos de viver bem o presente. Essas atitudes negativas podem acarretar em diversos problemas como tristeza, angústia, frustrações, dores musculares e até aquela sensação de que não é possível viver mais coisas boas e alegres. O passado não vai mudar, por mais que nos esforcemos. Devemos focar nossos olhos no que ainda esta à frente, concentrar toda (boa) energia no hoje e no que esta por vir. Seguir em frente, a vida acontece todos os dias e está cheia de coisas boas, surpresas e bons sentimentos para serem vividos. Esforce-se e dedique-se em transformar pensamentos em realidades. Sua felicidade atual e a realização de suas metas depedem apenas de você, de seus comportamentos e suas atitudes. Quanto ao passado, já não nos pertence mais, só agradeça e abraçe sua sua história afinal ela faz parte de quem você é. A vida acontece agora! Tudo é movimento! Siga em frente e viva o seu Melhor!

@fernandalifecoach

Seja empático

Em termos simples empatia é a habilidade de colocar-se no lugar do outro. Você é sensível a ponto de compreender emoções e sentimentos de outras pessoas? A empatia pode sim ser aprendida, ou pelo menos, treinada, no entanto é necessário passar pelo exercício do autoconhecimento para, aí sim, compreender a emoção do outro, a partir do momento que você for capaz de entender o que se passa na sua própria cabeça será capaz de perceber emoções e sentimentos de outras pessoas. Mas, por que nos colocar no lugar do outro? Porque somos humanos e nos reconhecer no próximo é a maneira de termos uma boa convivência social que nos possibilita entender mais ainda as emoções e necessidades de cada um, fato que se torna indispensável quando se vive em comunidade. Ser empático interfere diretamente em nosso sucesso profissional e pessoal, porém ser uma pessoa empática torna-se um grande desafio tendo em vista que somos imperfeitos e temos uma grande probabilidade em cometer erros e pensar apenas em nós mesmos. Isso deve-se à forma como fomos educados e por influência de outras pessoas que não se importam com os sentimentos e dificuldades de seus semelhantes. Ter empatia é entender que as pessoas são diferentes, sofrem e reagem de modo diferenciado umas das outras, mas que precisam ser ouvidas, compreendidas e acalentadas, afinal a atitude mais nobre de um empático é a capacidade de sentir uma dor que talvez jamais irá vivenciar. Tentar entender os sentimentos e as necessidades dos outros mesmo vivendo em um mundo tão egoísta e conturbado nos torna menos individualistas e, com isso, ganhamos motivação para fazer o bem e cultivar valores indispensáveis em todos os aspectos da vida. Você concorda com o meu ponto de vista?

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